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Presídios de Mato Grosso do Sul na mira do PCC (Primeiro Comando da Capital) . Facção criminosa que dita regras à maioria dos internos das cadeias , pode , a qualquer momento, dar um “ salve” determinando rebelião em massa nos presídios do Estado.
A situação é delicada, pois se, por um lado os agentes reivindicam reajuste salarial (justo), por outro os internos querem seus direitos de frequentar cursos, projetos de ressocialização, escola, uso da quadra e outros benefícios que foram cortados, desde o início da “ operação padrão”, organizada pelos agentes penitenciários em todo Estado.
Como retaliação, os presos é que acabaram sendo prejudicados, pois apenas o banho de sol foi mantido e alguns serviços essenciais, todo o restante está sendo paralisado até que o governo ceda a pressão da classe e aceite negociar o reajuste o mais rápido possível.
Ocorre que o aparato de segurança no Estado, apesar da inteligência já estar se preparando para uma ação emergencial, não é suficiente para conter uma rebelião generalizada. E pelo que apurou esta jornalista, o risco é grande e iminente. Enquanto isso, a vida dos agentes penitenciários corre sério perigo. A situação é delicada e órgãos de Segurança Pública no Estado já foram notificados que de a qualquer momento alguém pode acender o estopim...
Até o momento não ha previsão de conversa com o Governador, se isso não acontecer até a próxima segunda-feira,02 de Maio, a greve já foi definida pelo sindicato da categoria.
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