Imagem ilustrativa crítica ao governo Lula.
(Foto: Gerada por IA)
Dizem que governar é tomar decisões difíceis. Mas, pelo visto, em Brasília descobriram uma fórmula mais moderna: gastar primeiro, pensar depois e fazer propaganda o tempo todo.
O governo age como aquele cidadão que estoura todos os limites do cartão de crédito para impressionar os convidados na festa. No dia seguinte, quando chega a fatura, a culpa é do banco, do mercado, da oposição, da Lua em Mercúrio e até do aquecimento global. Menos de quem gastou.
A cada semana surge um novo anúncio, um novo programa, uma nova promessa e uma nova foto cuidadosamente produzida. O Brasil afunda em déficits, mas o marketing navega em águas tranquilas.
Há quem diga que tudo isso é por amor ao povo. Outros desconfiam que seja apenas uma gigantesca operação de vaidade política. Afinal, não existe espelho mais poderoso que a máquina pública financiada pelo contribuinte.
Enquanto isso, o brasileiro trabalha, paga impostos e assiste ao espetáculo. É como ser sócio de um clube onde você paga todas as mensalidades, mas não tem direito nem a entrar na piscina.
O curioso é que quanto mais a conta cresce, mais o governo comemora. Parece aquele sujeito que compra um carro de luxo financiado em 120 parcelas e se considera milionário porque conseguiu sair da concessionária.
No ritmo atual, o lema nacional poderia ser atualizado:
"Ordem e Progresso" virou "Empréstimo e Discurso".
E o contribuinte? Ah, esse continua sendo o patrocinador oficial do show da vaidade, sem direito a camarote, sem direito a reembolso e, principalmente, sem direito a reclamar.
No Brasil, o governo faz pose para a foto. Quem revela o filme é o pagador de impostos.
Washington Castro
CEO/ICC InterWorld ContiMaxi Corp
United States of America
https://icc.holdings/
Receba a coluna Entrelinhas no seu Whatsapp. Clique aqui para seguir o Canal do Capital do Pantanal
Leia Também
No grande circo Brasil
"Trem da Morte" em operação
Uma cidade fronteiriça
Brasil na Copa do Mundo 2026
Educação Ambiental e turismo em Corumbá
Tragédias climáticas não se resolvem com discurso
A IA e a nova era dos golpes digitais
Analisando a PEC de Segurança
Policiamento Rural: Mais segurança para o Campo