Imagem ilustrativa do tema.
(Foto: Gerada por IA)
No Brasil, o cidadão acorda às 6 da manhã, enfrenta trânsito, trabalha o dia inteiro, paga imposto no salário, no combustível, na conta de luz, na comida, no telefone e até no cafezinho.
No final do mês, quando sobra alguma coisa, o governo aparece para lembrar que ainda faltou pagar mais um imposto.
Enquanto isso, em Brasília, a criatividade é impressionante. Não conseguem reduzir gastos, não conseguem combater privilégios, não conseguem enxugar a máquina pública, mas conseguem criar taxas, contribuições, tributos, fundos, encargos e nomes sofisticados para tirar mais dinheiro de quem produz.
Aqui, o empreendedor é tratado como suspeito até provar o contrário.
O contribuinte é considerado uma fonte inesgotável de recursos.
E o político é tratado como uma espécie em extinção que precisa ser protegida por verbas, assessores, benefícios e privilégios.
A lógica é simples:
- Se você trabalha e prospera, precisa pagar mais.
- Se você produz, precisa contribuir mais.
- Se você investe, precisa ser tributado mais.
Mas se o Estado desperdiça bilhões, a culpa nunca é da gestão.
A solução é sempre a mesma: cobrar mais de quem ainda não foi completamente depenado.
O Brasil talvez seja o único lugar do mundo onde o sucesso é visto com desconfiança e o fracasso administrativo é premiado com aumento de orçamento.
A mensagem oficial parece ser:
"Cidadão, continue trabalhando. Alguém em Brasília precisa manter o padrão de vida."
E depois ainda perguntam por que tantos brasileiros sonham em empreender em outros países.
Porque em muitos lugares o governo vê o cidadão como parceiro.
No Brasil, frequentemente parece vê-lo como patrocinador oficial da República.
Brasil: onde o governo trata o contribuinte como sócio, mas só participa dos lucros.
Dos prejuízos, você cuida sozinho.
Abraços!
Washington Castro
CEO/ICC InterWorld ContiMaxi Corp
United States of America
https://icc.holdings/
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