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Em meio a propagação do H1N1 em vários municípios do Mato Grosso do Sul, o tal do “jeitinho brasileiro”, poderá acarretar no aumento do número de infectados e consequentemente óbitos. Tudo por que algumas pessoas de "má fé "e portando " laudos" de doentes crônicos tomaram as doses de quem realente merecia.
Provavelmente atestados médicos, falsos e comprados, pois as estatísticas da secretaria municipal de saude registrou um aumento de três mil doses para estes " pacientes" , que entraram no " grupo de risco" .
Estes, por sua vez tiraram o direito de quem realmente necessitava ser imunizado, tais como crianças até dois anos, gestantes, idosos e portadores de doenças de verdade.
Segundo o Instituto Butantan, fabricante da vacina, todos os lotes solicitados pelo Ministério da Saúde para a campanha 2016, já foram produzidos e enviado às Secretarias Estaduais, que por sua vez com base em dados das campanhas dos anos anteriores e expectativa de crescimento populacional, já enviaram aos municípios o necessário para fazer toda a cobertura do grupo de risco.
Mas, por que muitos não foram vacinados? Segundo a interlocutora da Secretaria de Estado de Saúde, alguns municípios vivem esse dilema pela falta de gerenciamento das doses enviadas.
Para piorar a situação, a esperança de muitos acaba de se desfazer, pois acabamos de confirmar que o remanejamento das sobras das vacinas da zona rural e indígenas, dará para cobrir apenas o reforço das crianças e algumas gestantes.
Só nos resta apelar a Deus e ao Ministério Público.
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