Comunidade cobra pavimentação, drenagem e organização viária para reduzir riscos e facilitar a rotina local.
(Foto: Ascom)
A população do Conjunto Vitória Régia, no Bairro Cristo Redentor, convive diariamente com ruas esburacadas, ausência de drenagem, alagamentos recorrentes e dificuldades de acesso a serviços essenciais. As vias Cáceres, Rio Grande e Barão de Melgaço, acima da Rua Paraná, estão entre as mais afetadas, com problemas que prejudicam a mobilidade, expõem moradores a riscos e impactam a qualidade de vida.
Diante das reclamações, o vereador Matheus Cazarin formalizou pedidos à Prefeitura para atender as necessidades urgentes da comunidade. Ele solicitou à secretária Jossiely Godoi da Silva estudos de viabilidade para obras de pavimentação e drenagem nas três vias, lembrando que a falta de estrutura causa erosões, acúmulo de água e dificulta o tráfego. Sobre a importância das intervenções, o vereador destacou: “São obras de extrema importância para garantir segurança, melhorar o fluxo de tráfego, preservar as residências da região e assegurar dignidade aos moradores do Conjunto Vitória Régia”.
Outra demanda antiga dos moradores é a abertura da via entre a Alameda Dona Antônia e a Rua Barão de Melgaço, hoje tomada por entulho, vegetação e lixo. O trecho impede a circulação adequada e compromete a mobilidade urbana. Na justificativa, Cazarin afirmou: “A abertura da rua contribuirá para organizar o espaço urbano, garantindo a continuidade viária entre as duas vias, além de facilitar o acesso local, beneficiando moradores e serviços públicos, promovendo a valorização da área, tornando-a adequada para posterior lajotamento, melhorando a qualidade do trânsito e o conforto dos usuários”.
A comunidade também pede atenção ao terreno ao lado da UBS Angélica Anache, onde o mato alto e os resíduos vêm gerando preocupação entre quem utiliza a unidade. Por isso, o vereador solicitou limpeza e estudo para futura implantação de um campo de futebol. Ele reforçou que “a limpeza desse espaço é uma demanda constante da população local, que utiliza a UBS diariamente e tem expressado preocupação com o estado do terreno”.
Além disso, moradores relatam riscos no cruzamento da Alameda Dona Antônia com a Rua Barão de Melgaço, onde o fluxo aumenta devido ao posto de saúde da esquina. Por isso, Cazarin pediu à Agetrat estudo técnico para uma rotatória no local. Segundo ele, “A implantação de uma rotatória pode contribuir para organizar o fluxo, reduzir conflitos viários e garantir maior segurança à comunidade”.*Com informações da assessoria de comunicação.
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