Equipe do Programa Povo das Águas durante atendimento à ribeirinhos.
(Foto: Clóvis Neto/Arquivo PMC)
Garantir o acesso às políticas públicas onde o isolamento geográfico impõe barreiras diárias é a missão que move as equipes do programa Povo das Águas a partir deste sábado, 18 de julho. Durante seis dias consecutivos, profissionais de diferentes áreas do funcionalismo municipal vão navegar pelo Médio Pantanal para oferecer um atendimento integrado que promove a melhoria da qualidade de vida e o fortalecimento dos vínculos comunitários locais.
Cronograma Completo e Locais de Atendimento
A programação foi estruturada para cobrir pontos estratégicos de convergência da população ribeirinha, facilitando o deslocamento dos moradores. Os atendimentos ocorrem prioritariamente no período da manhã:
- Sábado (18/07) | 08h às 12h: O mutirão começa na Escola Nazaré, com serviços voltados integralmente aos moradores da Colônia do Cedro.
- Domingo (19/07) | 08h às 12h: A base do programa será a residência do senhor Alexandre (conhecido como Pelé), onde serão acolhidas as famílias da Colônia do Cedrinho e do Corixão.
- Segunda-feira (20/07) | 08h às 11h: A equipe se desloca para o Porto Paraná, concentrando as ações para os residentes da Colônia Rio Negro.
- Terça-feira (21/07) | 08h às 12h: O ponto de encontro será a Escola Santa Aurélia, prestando assistência aos moradores da Colônia São Domingos e da comunidade Porto Sagrado.
- Quarta-feira (22/07) | Horário matutino: As equipes permanecem na Escola Santa Aurélia, mas desta vez o foco de atendimento se estende para a comunidade do Porto Figueira e a Colônia São Domingos.
- Quinta-feira (23/07) | 08h às 12h: O encerramento das atividades ocorre na Escola Sebastião Rolon, localizada na Colônia do Bracinho.
Sobre o programa
Criado originalmente em 2009, o Povo das Águas foi oficialmente instituído pela Lei Municipal nº 2.263, de 24 de agosto de 2012. Ao longo de mais de uma década de existência, o programa se consolidou como uma política de Estado fundamental para o município de Corumbá.
A operação integrada funciona por meio de parcerias estratégicas com outros órgãos públicos, entidades da sociedade civil organizada e colaboradores voluntários. Essa união de esforços permite que a estrutura municipal chegue de forma eficaz até as famílias do Taquari, assegurando direitos básicos previstos por lei para as comunidades mais distantes do ecossistema pantaneiro.
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