Na intenção de otimizar o uso dos ativos, serviços e equipes de manutenção, o Senai foi demandado para implantar o seu software.
(Divulgação/Fiems)
Criado para atender a indústria, o Software Senai de Manutenção Industrial (SSMI), um dos principais produtos criados pelo IST (Instituto Senai de Tecnologia) em Eficiência Operacional – Senai Empresa, agora vai ajudar na gestão do maior hospital de Mato Grosso do Sul, a Santa Casa de Campo Grande.
A unidade centenária realiza mais de 150 mil atendimentos por ano, entre atendimento de urgência/emergência e cirurgias, sendo a maioria oferecida pelo SUS (Sistema Único de Saúde). O papel estratégico em prol da saúde pública, com alta demanda e fluxo contínuo de pacientes, exige eficiência. Na intenção de otimizar o uso dos ativos, serviços e equipes de manutenção, o Senai foi demandado para implantar o seu software.
Completo, intuitivo e integrado, o SSMI permite a gestão de ativos por meio de planejamento preventivo e preditivo, além de apoiar a tomada de decisões através de indicadores. O software está em 10 Estados do país e atende empresas de renome internacional, como a Ericsson.
Na gestão em saúde, a adoção do SSMI pode ser ainda mais eficaz. De acordo com o coordenador da área de manutenção e adequação industrial do Senai Empresa, Jeancarlos Lucietto, a Santa Casa conta com um grande parque de equipamentos médicos hospitalares e ativos de infraestrutura, para controlar e gerir.
“Manter o gerenciamento adequado dos ativos hospitalares é primordial para o bom funcionamento da instituição. O uso do SSMI permite a gestão e controle de forma ágil, inteligente e eficaz, otimizando processos e auxiliando na prevenção de eventos adversos. Isso permite aos gestores a redução da preocupação com os ativos e maior concentração no cuidado em saúde”, explica.
Apoio de quem entende
Inicialmente, está sendo realizado o mapeamento e cadastro dos ativos no SSMI, feito em conjunto por equipes do Senai e da Santa Casa. Em paralelo, é realizado o treinamento das equipes de manutenção para gestão de serviços e utilização das funcionalidades do software.
“Este atendimento não inclui apenas o software, mas também o trabalho de consultoria para aperfeiçoamento da área de manutenção do hospital. É importante conhecer e aplicar técnicas avançadas de manutenção e utilizar bem o SSMI no dia a dia. Melhorar o planejamento, interpretar informações e tomar boas decisões é o que traz resultado”, detalha Jeancarlos Lucietto.
Funcionários da Santa Casa da Capital estão recebendo treinamento durante a implantação do sistema. Foto: Divulgação/FiemsPara a Santa Casa, a adoção do SSMI vai proporcionar otimização do trabalho e até mesmo dos recursos da instituição. O engenheiro de controle de automação do hospital, Rogério Oliveira, afirma que há grandes desafios na gestão de ativos. “Não queremos trabalhar de forma aleatória como é hoje. São ordens de serviço abrindo em todo e qualquer lugar. Nós queremos estar um passo à frente para ter mais tranquilidade no planejamento e o máximo possível de controle de manutenção”, destacou.
De acordo com a pesquisa da empresa de consultoria de inteligência do mercado Aberdeen Research, é possível aumentar 73% da produtividade com uma boa gestão de manutenção. A pesquisa também aponta que adotar uma boa gestão de manutenção pode diminuir em 18% dos custos operacionais e em 16% as despesas administrativas.
* Informações da Assessoria de Imprensa do Fiems
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