Corumbá ocupa o 25º lugar, com R$2,7 bilhões, do ranking centro-oeste.
(Arquivo)
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgou os resultados do Produto Interno Bruto - PIB dos Municípios de 2019. A metodologia adotada para sua estimativa é uniforme para todas as Unidades da Federação e é integrada, conceitualmente, aos procedimentos adotados nos Sistemas de Contas Nacionais e Sistema de Contas Regionais, portanto, os resultados são coerentes e comparáveis entre si e com os resultados nacional e regional. Este levantamento foi feito em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, as Secretarias Estaduais de Governo e a Superintendência da Zona Franca de Manaus – Suframa.
Campo Grande, capital do estado de Mato Grosso do Sul (MS), ocupa o 31º lugar na lista, com um PIB a preços correntes de cerca de R$ 30,2 bilhões, o que representa uma participação de 0,41% no PIB nacional. Entretanto, a capital decresceu dois lugares em relação aos dados de 2018, cuja posição era o 29ª lugar, com valor de 29,2 bilhões e participação de 0,42% no PIB nacional.
No ranking regional, entre os 30 municípios do Centro-Oeste com maiores PIBs, seis são de Mato Grosso do Sul. Campo Grande ficou em 3º lugar, atrás apenas de Brasília/DF (PIB de R$ 273,6 bilhões) e Goiânia/GO (PIB de R$ 59,9 bilhões). Três Lagoas aparecera em 8º lugar, com PIB de R$ 10,3 bi e Dourados ficou em 10º lugar, com R$ 9,4 bi. O município de Ponta Porã passou Corumbá, ocupando a 23ª posição, com 3,2 bilhões. Corumbá em 25º lugar, com R$2,7 bilhões, seguido por Maracaju em 30º lugar, com R$ 2,5 bi. Por outro lado, entre os 30 municípios do Centro-Oeste com menores PIBs, nenhum é de Mato Grosso do Sul.
Em relação ao valor adicionado bruto dos Serviços, apenas Campo Grande figurou na lista entre os 100 maiores municípios, ocupando o 28º lugar, com cerca de R$ 15,4 bilhões. O município de São Paulo (SP) está no topo da lista, com valor adicionado bruto de cerca de R$ 528,3 bilhões.
Os cinco maiores municípios do Brasil, de acordo com os valores adicionado bruto da Agropecuária em 2019 foram, na ordem, São Desidério (BA), Sorriso (MT), Rio Verde (GO), Diamantino (MT) e Campo Novo do Parecis (MT), que juntos somaram 2,32% em relação ao total. Os 14 municípios de Mato Grosso do Sul que estão entre os 100 com maiores valores adicionados bruto da Agropecuária.

Em comparação com o ano de 2018, no Mato Grosso do Sul, houve a saída de três entre os 100 mais de acordo com o valor adicionado bruto da agropecuária. Saíram do ranking dos 100 do Brasil: Caarapó (MS), São Gabriel do Oeste (MS) e Laguna Carapã (MS). Contudo, Brasilândia (MS) e Angélica (MS) foram os municípios sul-mato-grossenses que subiram para o ranking dos 100 em nível nacional.
Na Indústria, em 2019, 18 Municípios concentravam 1⁄4 de seu valor adicionado bruto, revelando um nível de concentração maior que o verificado na Agropecuária – com mais 65 municipalidades, chega-se a 1⁄2 da Indústria. No outro extremo, nota-se que 2 744 Municípios responderam por 1,0% da Indústria.
Dois municípios de Mato Grosso do Sul estão no ranking entre os 100 municípios brasileiros com maior valor adicionado bruto da Indústria, a preços correntes, são eles: Três Lagoas (MS) que ocupa o 45o lugar, com valor adicionado bruto de cerca de R$ 5,4 bilhões (0,39% de participação); e Campo Grande (MS) que ficou em 69º lugar, com valor adicionado bruto de cerca de R$ 3,9 bilhões (0,29% de participação). O município de São Paulo (SP) está no topo da lista, com valor adicionado bruto de cerca de R$ 57 bilhões (4,1% de participação).
O top 10 dos municípios do Brasil, mais os dois municípios de MS (a título de comparação), são:

De acordo com essa variável, em comparação com o ano de 2018, o município de Três Lagoas caiu quinze posições no ranking dos municípios brasileiros, e Campo Grande subiu quatro posições.
Dois municípios de Mato Grosso do Sul estão no ranking de 100 municípios com maiores valores adicionados bruto da Administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social. Campo Grande (MS) ocupa o 14º lugar, com cerca de R$ 6,3 bilhões, e Dourados (MS), que subiu nove posições em relação a 2018, ficou na 80º lugar, com cerca de R$ 1,5 bilhão. O município de Brasília (DF) ocupa o 1º lugar da lista, com valor adicionado bruto de cerca de R$ 107 bilhões.
Em mato Grosso do Sul, os cinco maiores municípios em relação ao valor adicionado bruto são:

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