3º LIRAa de 2025 aponta média de 0,96% na cidade, com Nova Corumbá liderando em focos do mosquito.
(Foto: Renê Marcio Carneiro/Arquivo PMC)
O último levantamento do Aedes aegypti em Corumbá, realizado entre quatro e sete de agosto, mostra que a cidade alcançou uma média de 0,96% de infestação predial, abaixo do limite considerado aceitável pelo Ministério da Saúde, que é de 1%.
O resultado representa uma queda significativa em relação aos levantamentos anteriores: 4,40% no primeiro ciclo do ano e 2,60% no segundo. Apesar da tendência de redução, alguns bairros ainda apresentam riscos elevados. Nova Corumbá lidera com 11,36% de infestação, seguida por Popular Velha (7,89%) e Cravo Vermelho (5,56%). Popular Nova (1,35%) e Cristo Redentor (1,15%) também estão acima do nível seguro. Em contrapartida, bairros como Universitário, Jardim dos Estados, Maria Leite e Beira Rio não registraram focos do mosquito.
O tipo de depósito mais comum para a larva do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya são caixas d’água em nível do solo. O levantamento orienta as equipes de vigilância sobre onde concentrar a atuação.
A população continua desempenhando papel fundamental na prevenção. Entre as recomendações estão evitar água parada, manter tonéis e caixas d’água bem tampados, cobrir pneus, limpar calhas, não deixar água acumulada sobre lajes, preencher pratinhos de vasos com areia ou lavá-los semanalmente e manter piscinas em manutenção.
Quem apresentar sintomas de dengue deve procurar imediatamente uma unidade de saúde e evitar a automedicação. A vacina contra a dengue está disponível para crianças entre 10 e 14 anos, sendo importante manter a carteira de vacinação atualizada.*Com informações da Prefeitura de Corumbá.
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