Entre outros tributos, a proposta abrange o ICMS, IPVA, ITCD, taxas e débitos do Procon, Iagro, Agepan, FAI, Fadefe, Pró-desenvolvimento e Fundersul.
(Foto: Divulgação/Fiems)
Nesta segunda-feira, 1º de julho, representantes do setor produtivo de Mato Grosso do Sul (MS) se reuniram com o governador Eduardo Riedel para pedir aprovação de lei que institui o Refis (Programa de Regularização para o Pagamento e Parcelamento de Débitos Tributários) para empresas da indústria. O presidente da Fiems, Sérgio Longen, o vice-presidente, Crosara Júnior, e demais diretores da Federação das Indústrias participaram do encontro.
Para o presidente da Fiems, Sérgio Longen, a proposta é trabalhada dentro da reforma tributária estadual em diálogo com o governo. “Entendemos que alguns setores precisavam de alguns ajustes nas condições proporcionadas por um Refis amplo. Serão contemplados todos os setores da economia do Mato Grosso do Sul”, afirmou.
O governador Eduardo Riedel destacou o amadurecimento da proposta e a finalização do texto que será encaminhado à Assembleia Legislativa para votação. “Precisamos permitir a competitividade das nossas empresas. Muitas delas precisam desse suporte nesse momento para continuar a sua operação em dia com o Estado e para sociedade de uma maneira geral. É uma proposta moderna e atual que ajuda as empresas a sanarem os débitos existentes e darem sequência nas suas atividades”.
A proposta abrange o ICMS, IPVA, ITCD, como multas e juros deles decorrentes, como também créditos não-tributários e outros tributos, de forma a abranger multas, taxas e débitos do Procon, Iagro, Agepan, FAI, Fadefe, Pró-desenvolvimento e Fundersul.
Junto com outras ações que já estão em curso, o auxílio à indústria, ao agronegócio e ao comércio visa impulsionar o crescimento da economia, com melhoria do ambiente de negócios e manutenção da geração de empregos.
Conforme o documento apresentado, a regularização fiscal se faz necessária diante das diversas crises mundiais e nacionais desde a pandemia da covid-19, bem como a guerras em vigor; a adequação no Sistema Tributário do Estado, decorrente de mudanças advindas da Reforma Tributária Nacional; além do recuo de 1,6% na produção da indústria brasileira na passagem de dezembro de 2023 para janeiro de 2024.
Também participaram da reunião os diretores Danilson Charro, Walter Adames, João Paulo Piotto, Silvana Gasparinni, Alonso Nascimento e Régis Comarella. Informações da Fiems.
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