O triste cenário é resultado de chuvas insuficientes nos anos de 2023 e 2024.
(Foto: Reprodução vídeo de Edilaine Arruda)
Imagens registradas na quarta-feira, 26, por Edilaine Arruda, responsável pelo Núcleo da Ecoa em Porto Amolar, à montante de Corumbá, mostram a morte de centenas de peixes em uma baía seca, próxima à base da Ecoa na região. O local fica numa distância de 6 horas de lancha rápida de Corumbá.
De acordo com o diretor institucional da Ecoa, Alcides Farias, o triste cenário é resultado de chuvas insuficientes nos anos de 2023 e 2024. Além do nível muito baixo do rio Paraguai em toda a sua extensão, que não inundou a planície.
Ao Capital do Pantanal, o diretor disse que a instituição tem analisado ao longo dos anos a instalação de uma situação dramática, que afeta a produtividade dos ecossistemas. "Fauna e flora sofrem transformações com consequências de longo prazo", detalha.
Sobre a recuperação ambiental da baía, Alcides explica que "alguma recuperação é possível a longo prazo, mas não se deve deixar de fazê-la, a começar por garantir a produção de água na parte alta da Bacia do Rio Paraguai. Ali estão os rios que abastecem o Pantanal", finaliza o diretor alertando que a água é o que determina a vida no Pantanal.
Assista o vídeo:
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