Gilmara Vitorino do bairro Loteamento Aguadinha, em Campo Grande, diz que o valor que usaria para pagar a conta de luz usa na alimentação da família.
(João Pedro Flores)
Famílias contempladas no programa “Energia Social: Conta de Luz Zero” comemoram a sua prorrogação por mais 14 meses, em decreto assinado pelo governador Eduardo Riedel. Elas destacaram que o sentimento foi de alívio e gratidão ao Governo do Estado, que durante todo este período vai arcar com suas contas de energia.
“Este programa ajuda bastante, porque o que iria gastar para pagar conta de luz, uso para comprar alimentos. Graças a Deus faço parte deste programa e só tenho que agradecer que este benefício vai continuar, já estava planejando que teria que pagar nos próximos meses”, afirmou Gilmara Vitorino de Souza, de 28 anos. Ela mora com marido e dois filhos no Loteamento Aguadinha, em Campo Grande.
Mesma sensação de Mirian Rosa Matos, de 40 anos, que ficou muito feliz com a decisão do governador. “Com certeza é muito importante esta prorrogação. Antes eu gastava de 60 a 70 reais e agora não preciso mais pagar conta de luz. Uso este dinheiro para pagar outra conta ou para fazer compras aqui para casa. Moro sozinha por isso fazer parte do programa é muito importante, faz diferença”.
Bruna da Silva do Amaral, moradora do bairro Zé Pereira, em Campo Grande, também comemorou a continuidade do programa. “Este pagamento feito pelo Governo ajuda demais. Quando fiquei sabendo que prorrogou por mais 14 meses foi um grande alívio, pois achei que teria que voltar a pagar esta conta. Estou sendo beneficiado desde o início do programa. Uma notícia maravilhosa, muita satisfação”.
O governador Eduardo Riedel destacou que o Energia Social é um grande projeto na área social, por isso realizou a prorrogação. “Durante a campanha eu falei que não gostava de fazer promessa, mas sim de fazer projetos. E este é um projeto que faz a diferença na vida das pessoas. Um benefício para mais de 150 mil famílias. Com apenas 11 dias já temos uma grande ação de impacto social”.
O programa tem o custo mensal de R$ 12 milhões por mês aos cofres estaduais. Para serem atendidas e as 152 mil famílias precisam consumir até 220 kw/h, e se enquadraram nas regras definidas, assim como fazer parte do Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico).
Quando as famílias entram no programa a sua conta de energia chega na sua casa “zerada”, caso o cidadão cadastrado extrapole o consumo previsto, perde o direito naquele mês, podendo ser contemplado no próximo se voltar a preencher os requisitos.
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