Eduardo Riedel usou suas redes sociais para denunciar o golpe e alertar a todos sobre a situação.
(Chico Ribeiro)
O Pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, Eduardo Ridel, anunciou em seu perfil oficial no Instagram, que criminosos estão usando um número de celular desconhecido, com a foto do parlamentar, para aplicar golpes no aplicativo de mensagens instantâneas, WhastsApp.
O contato aborda amigos e familiares do pré-candidato solicitando que a vítima transfira dinheiro via Pix. Eduardo Ridel pede para que possíveis pagantes denunciem o número e desconsiderem totalmente a mensagem. Ele pede atenção dos seguidores para que não caiam em golpes parecidos.
Os métodos de fraude pelo WhatsApp são cada vez mais comuns e articulados. De acordo com uma pesquisa realizada pela plataforma Reclame Aqui, o método aparece como preferido dos golpistas e o que faz maior número de vítimas.
De acordo com os dados, 37% das reclamações revelaram que caíram em golpes pelo aplicativo, 22% tiveram a conta clonada, outras 21% das vítimas acabaram clicando em links fraudulentos através de mensagens de texto (SMS) e 20,8% receberam boletos falsos com códigos de barra adulterados.
Como não cair em golpes?
De acordo com Marcelo Salomão, ex-representante do Procon-MS, os golpistas acompanham a evolução da tecnologia para atrair e enganar consumidores.
"O consumidor deve ficar muito atento, por exemplo: ao receber um link por SMS com informações referentes a PIX que desconhece ter feito, pois trata-se, na maioria das vezes, de golpe. Igualmente, é muito importante que o consumidor esteja atento se receber mensagens que contenham solicitação de dados pessoais, bancários, senhas, chaves de acesso ou de quantias de dinheiro. Já para o PIX, outra valiosa dica é configurar limites junto ao banco.", pontua.
Para evitar cair em golpes e fraudes os consumidores devem sempre conferir o remetente dos e-mail recebidos; cadastrar suas chaves PIX apenas em canais oficiais dos bancos; não compartilhar códigos nem senhas fora do site do banco ou aplicativo; não efetuar transferência para amigos ou parentes sem confirmar que realmente se trata da pessoa em questão.
Salomão alerta que caso o consumidor seja vítima de golpe, deve registrar imediatamente, um boletim de ocorrência, comunicar a instituição financeira e reclamar junto aos órgãos de proteção e defesa do consumidor e no Judiciário.
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