A possibilidade de fechar a fronteira com o Brasil, por Corumbá, é levada em consideração pela COR.
(Divulgação COR)
Trabalhadores bolivianos mantém o bloqueio na entrada da fábrica siderúrgica de Mutum desde as primeiras horas de segunda-feira (28). A manifestação coordenada pela Central Operária Regional German Bush (COR) pede por melhor remuneração salarial aos trabalhadores.
Hoje (30), a COR anunciou que protestantes vão dar mais um passo e bloquear trecho da Estrada Bioceânica, na entrada de Puerto Suárez, à meia noite desta quinta-feira (31). O progresso da greve é uma tentativa de pressionar o governo para ceder nas reivindicações da categoria.
A COR estabelece que para uma pessoa trabalhar com produtividade que favoreça o empregador e mantenha o equilíbrio entre trabalho/empresa, em um dia de trabalho de 8h, deve ser minimamente cumprido:
1) O consumo de alimentos com um poder nutritivo mínimo de 2.500 calorias.
2) Uma remuneração para cobrir o custo de manter uma família de cinco membros com alimentação, vestuário, estudos e saúde
3) Descanso de 8 horas, direito a lazer com a família e possibilidade de estudar nas outras horas do dia.
Categoria afirma que vai manter as medidas de pressão com bloqueio nas estradas e ferrovias para defender a dignidade do trabalhador boliviano, e a possibilidade de fechar a fronteira com o Brasil, por Corumbá, é levada em consideração.
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