Imunização contempla gestantes, prematuros e público infantil com comorbidades.
(Foto: Divulgação/PMC)
Corumbá intensificou a divulgação dos protocolos de imunização contra a bronquiolite, com foco na proteção de públicos considerados mais vulneráveis às infecções respiratórias. A medida busca reduzir casos graves, principalmente nos períodos de maior circulação de vírus.
A vacinação é indicada para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez. A aplicação pode ser feita nas unidades de saúde que possuem sala de imunização. A estratégia garante que anticorpos sejam transferidos ao bebê ainda durante a gestação, protegendo a criança nos primeiros meses de vida, fase em que o risco de complicações respiratórias é maior.
No caso das crianças prematuras, nascidas com menos de 36 semanas e seis dias de gestação, o imunizante Nirsevimabe é administrado ainda na maternidade, logo após o nascimento. Quando isso não ocorre, e a criança tem menos de 24 meses, os responsáveis devem procurar uma unidade de saúde para solicitar a aplicação, conforme o fluxo da rede pública.
O protocolo também contempla crianças com comorbidades, como cardiopatias congênitas, broncodisplasia, imunodeficiências graves, síndrome de Down, fibrose cística, doenças neuromusculares e anomalias congênitas das vias aéreas. Para esses casos, é necessário apresentar laudos ou exames que comprovem a condição clínica no momento da solicitação.
Para dar entrada no pedido, os responsáveis precisam comparecer à unidade de saúde com o Cartão do SUS da criança, documentos que comprovem o nascimento prematuro e/ou relatórios médicos. Após análise e autorização, o imunizante é disponibilizado e a família é comunicada para o agendamento.
A bronquiolite é uma das principais causas de internação em crianças pequenas durante o período sazonal de vírus respiratórios, o que reforça a importância da prevenção entre os grupos de maior risco.*Com informações da Assessoria, PMC.
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