Lucas de Lima alega sofrer perseguição interna no PDT.
(Foto: Dani Mendes/Alems)
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) retirou novamente de pauta o processo que pode resultar na cassação do mandato do deputado estadual Lucas de Lima (sem partido). Apesar de ter entrado na pauta, o processo — que tem como relator Antônio Carlos Ferreira — foi retirado.
O parlamentar enfrenta ostensiva do PDT, legenda que compôs até fevereiro deste ano, após acusar suposta perseguição interna para justificar desfiliação. O processo que tramita no TSE é fruto de recurso do parlamentar, que busca anular os efeitos de decisão no STJ (Superior Tribunal de Justiça) que fragilizou sua situação na ‘queda de braço’ com a legenda.
Entenda
Em junho, o ministro relator do TSE, Antonio Carlos Ferreira, votou contrário ao agravo regimental apresentado pelo deputado estadual. O recurso tentou reverter a decisão monocrática que barrou sua desfiliação do PDT por justa causa.
A tese usada por Lucas de Lima para justificar sua desfiliação chegou a ser aceita pelo TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul), mas foi derrubada por decisão monocrática do ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Antonio Carlos Ferreira, após iniciativa do PDT.
Após o voto do relator, o ministro André Mendonça pediu vistas no processo. Desde então a tramitação ficou travada no gabinete do magistrado. Agora, o tema volta ao plenário da corte eleitoral, e pode resultar na cassação do mandato do radialista.
Pouco mais de um mês depois da filiação ao PL (Partido Liberal), o deputado estadual Lucas de Lima pediu desfiliação da sigla. A saída do PL, segundo explicou Lima à época, foi necessária por conta da ordem judicial do PDT (Partido Democrático Brasileiro).
A primeira suplente do PDT, Glaucia Antonia Fonseca dos Santos Iunes, chegou a entrar com processo na Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul, pedindo a perda do mandato do parlamentar Lucas de Lima por infidelidade partidária.
Contudo, diante do agravo levado ao tribunal superior, o TRE-MS suspendeu a ação até que os ministros decidam se a desfiliação de Lucas de Lima é justificável sob alegação de perseguição apontada.
Receba as notícias no seu Whatsapp. Clique aqui para seguir o Canal do Capital do Pantanal.
Leia Também
Melhorias são cobradas em três espaços públicos de Corumbá
Ponte sobre o Paraguai tem situação questionada
Ponto de ônibus na fronteira preocupa por fluxo de caminhões
Capital do Pantanal inicia entrevistas com candidatos a deputado estadual
TSE rejeita por unanimidade o registro de candidatura de Pablo Marçal
Nova pesquisa Ranking avalia intenção de voto para deputado estadual em MS
Nova pesquisa Ranking mostra disputa acirrada para deputado federal em MS
Operação conjunta apreende LSD em centro de distribuição de Corumbá
ALEMS aprova doação de megaterreno para criar 1,5 mil moradias em Corumbá