Moradores cobram solução por parte da concessionária
(Foto: Divulgação)
As constantes quedas de energia na região sul da cidade, parte alta, foi questionada pelo vereador Matheus Cazarin durante sessão ordinária da Câmara Municipal de Corumbá. Ele cobrou um posicionamento por parte da Energisa, no sentido de solucionar o problema que tem sido motivo de reclamações por parte dos moradores.
Afirmou que o problema no fornecimento de energia elétrica tem afetado diretamente o cotidiano da população, causando danos a eletrodomésticos, prejuízos ao comércio local e comprometendo a qualidade de vida dos moradores, especialmente em períodos de calor extremo e durante as chuvas.
Diante disso, o vereador solicitou que a Energisa informe, com a maior brevidade possível, quais são as causas identificadas para as frequentes quedas de energia na parte alta; quais ações estão sendo tomadas para solucionar definitivamente esse problema; se há previsão de investimentos em infraestrutura elétrica para os bairros, quais são e o cronograma de execução, bem como se existe algum plano emergencial para garantir a regularidade do fornecimento de energia na região sul.
“A energia elétrica é um serviço essencial e indispensável. A falta de regularidade no fornecimento impacta não apenas o conforto e a segurança dos cidadãos, mas também setores fundamentais como a saúde, a educação, o comércio e o bem-estar social. Moradores da parte alta de Corumbá relatam que os episódios de interrupção são recorrentes, prolongados e sem retorno de informações claras por parte da concessionária, o que tem gerado insegurança e indignação entre os moradores”, enfatizou.
Problema crônico
Outra questão levantada por Cazarin e que afeta a comunidade da parte alta, especialmente em bairros próximos ao lixão municipal, está relacionada à fumaça densa que invade casas, causando desconforto e possíveis prejuízos à saúde.
O assunto levou o vereador a cobrar posicionamento por parte da Fundação de Meio Ambiente do Pantanal, sobre a existência de algum tipo de monitoramento ou fiscalização quanto às queimadas no lixão, o que está sendo feito para minimizar ou extinguir a geração de fumaça; se há estudos ou relatórios que atestem os impactos da fumaça na saúde dos moradores das redondezas, e se há previsão de encerramento, mudança ou modernização da destinação dos resíduos sólidos no município.
Explicou que os questionamentos estão fundamentados na preocupação com os impactos negativos causados pela queima de resíduos, prática que libera substâncias tóxicas no ambiente e compromete a qualidade do ar, afetando diretamente a saúde da população, especialmente de crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios, e que é dever do Poder Público zelar pela saúde coletiva e pela preservação ambiental, garantindo condições adequadas de vida à comunidade.
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