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Publicação traz detalhes sobre tecnologia dos bastões marcadores para avaliar cio

24 março 2017 - 09h45Reda
O material de prenhez é gratuito. Foto: Divulgação/Embrapa

Já está disponível no site da Embrapa Pantanal a Circular Técnica “IATF + Cio: estratégia prática de avaliação de cio e aumento de prenhez”, que explica o funcionamento da tecnologia dos bastões marcadores para a pecuária de corte. A publicação pode ser acessada a partir desse link (bit.ly/2mTEQmQ).

A pesquisa que deu origem à obra foi desenvolvida pela equipe de produção da Embrapa Pantanal e parceiros externos em vacas de rebanho de corte no Pantanal e Cerrado. O bastão marcador é uma técnica que constitui da aplicação de tinta colorida na região sacro-caudal das vacas logo depois da retirada de implantes utilizados na inseminação. Seu uso pode detectar o cio e melhorar a taxa de prenhez de IATF (Inseminação Artificial por Tempo Fixo).

A intensidade da monta avaliada pela retirada da tinta indica se a vaca tem alta expressão de cio, média expressão de cio ou se está sem cio. Apesar da IATF não necessitar de detecção de cio, o estudo em questão foi realizado e validado após outros trabalhos demonstrarem que vacas que expressam cio antes do momento da IATF têm maiores taxas de prenhez, o que é de grande interesse para o produtor.

De acordo com o pesquisador Eriklis Nogueira, da Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), a marcação com a tinta será modificada após tentativas de monta por rufiões ou das próprias vacas nos lotes de IATF, que apresentam comportamento homossexual e montam umas às outras. Esse contato elimina ou atenua a intensidade da tinta. Assim, se a marcação permanecer forte, significa que a vaca está sem cio; se desaparecer, indica que o animal tem alta expressão de cio; se houver pouca remoção da tinta, a vaca apresenta média expressão de cio.

A pesquisa envolveu 3.830 vacas Nelore, todas entre 30 e 50 dias pós-parto, das fazendas São Bento, Bom Jardim, Morrinho, Ventania e Bocaiúva, localizadas no Mato Grosso do Sul, em áreas do Pantanal e do Cerrado. Foi verificada uma diferença de 20% a mais de prenhez em vacas com alta expressão de cio em relação àquelas que não apresentaram cio.

O estudo foi além da viabilidade do uso dos bastões marcadores em gado de corte – Eriklis diz que a técnica é bastante utilizada em vacas leiteiras. Após detectar o nível de cio, a pesquisa avançou na sugestão de tratamento para aumentar a taxa de prenhez entre os animais de menor expressão de cio, com a aplicação de indutores de ovulação.  
 

 

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