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Estudo do IBGE registra aumento no número de desocupados em MS

28 agosto 2020 - 14h53Redação

Mato Grosso do Sul, no segundo trimestre de 2020, tinha 2,19 milhões de pessoas de 14 anos ou mais de idade. Destas, 1,4 milhão estava na força de trabalho, sendo que 1,31 milhão estavam ocupadas e 150 mil estavam desocupadas. Cerca de 876 mil estavam fora da força de trabalho.

A taxa de desocupação em MS no 2º trimestre de 2020 foi de 11,4%, subindo 3,7 pontos percentuais em relação ao 1º trimestre de 2020 (7,6%), representando, assim, o segundo maior crescimento da taxa em pontos percentuais do país. No trimestre anterior, o estado tinha a 2a menor taxa de desocupação do país e, no segundo trimestre, passou a ter a 8ª menor taxa. Na comparação com o mesmo trimestre de 2019 (8,3%), houve queda de 3,1 p.p.

A taxa de desocupação cresceu em 11 unidades da federação do 1o para o 2o tri de 2020, com destaque para o Sergipe (4,3 pontos percentuais), Mato Grosso do Sul, (3,7 p.p.) e Rondônia (2,3 p.p.). As únicas quedas foram no Pará (-1,6 p.p.) e no Amapá (-5,8 p.p.).

No Brasil, A taxa de desocupação no 2º trimestre de 2020 foi de 13,3%, aumento de 1,1 ponto percentual em relação ao 1o trimestre de 2020 (12,2%). Na comparação com o mesmo trimestre de 2019 (12,0%), houve acréscimo de 1,3
p.p.

Percentual de trabalhadores com carteira assinada

Em números absolutos, são 798 mil empregados no estado, sendo 516 mil no setor privado, 400 mil com carteira assinada e 116 mil sem carteira. O percentual de empregados com carteira de trabalho assinada no estado era de 77,5% do total de empregados no setor privado. É o 8º maior percentual entre as UFs, e ligeiramente abaixo da média nacional que foi de 77,7%. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (90,5%), Paraná (83,2%), São Paulo (83,2%) e Distrito Federal (84,1%), e os menores, no Maranhão (53,7%), Piauí (58,1%) e Pará (60,2%).

Em comparação ao 1o trimestre de 2020, dos empregados do setor privado das pessoas com 14 anos ou mais ocupadas, houve queda tanto entre os empregados com carteira assinada, quanto entre os sem. A variação se manteve em queda de 9,6% entre as pessoas com carteira, e agora de queda de 22,4% entre as pessoas sem carteira.

Em relação ao setor público, analisando a variação entre o 2º trimestre de 2019 e 1º trimestre de 2020, o valor foi considerado estável. Dentre as pessoas com carteira houve queda de 23,1%, e elevação de 14,1% nas pessoas sem carteira.
O trabalhador doméstico com carteira sentiu uma queda de 28,1%, e, seguindo a mesma lógica, os trabalhadores domésticos sem carteira tiveram queda de 11,3% na comparação entre o 1o trimestre de de 2020.

Informalidade volta a cair em MS

A taxa de informalidade para MS ficou em 36,9% da população ocupada, apresentando uma queda de 2,2 p.p em relação ao trimestre anterior (39,1%). Em números absolutos, são 430 mil trabalhadores nesta situação no segundo
trimestre, sendo que no primeiro trimestre eram 505 mil (diferença de 75 mil pessoas). A taxa de informalidade no Brasil foi a mesma de MS, de 36,9%. Entre as unidades da federação, o estado tem a 8o menor taxa de informalidade.

As maiores taxas foram registradas no Pará (56,4%) e Maranhão (55,6%) e as menores em Santa Catarina (26,6%) e Distrito Federal (29,8%).

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