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Entrada de alimentos bolivianos com uso de agrotóxicos acende alerta de fiscalização na cidade

13 junho 2017 - 08h14Gesiane Medeiros

A denúncia é de que produtores corumbaenses estejam adquirindo produtos alimentícios produzidos na Bolívia, de origem duvidosa e com uso de agrotóxicos e, em seguida repassando para escolas municipais da cidade, para a merenda escolar. O assunto foi colocado em pauta pelo vereador e presidente da Câmara Municipal de Corumbá, Evander Vendramini, em sessão ordinária do legislativo esta semana.

Produtos são livremente comercializado nas feiras da cidade. Foto: Divulgação

“Recebemos denúncias de que gêneros alimentícios de origem duvidosa, produzidos na Bolívia, com utilização de agrotóxicos, estariam sendo adquiridos por produtores brasileiros e entregues nas escolas locais. É um caso sério que precisa ser verificado pelo setor de saúde pública da Prefeitura e também por parte da Secretaria de Educação”, informou o vereador.

Vereadores perceberam a necessidade de solicitar aos órgãos competentes, como a Secretaria de Saúde e Educação do município e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de Corumbá para intensificar a fiscalização da entrada e comercialização dos produtos de origem vegetal e também animal na cidade.

Para os vereadores, deves-e aumentar a fiscalização principalmente na fronteira, para também impedir a entrada de tais produtos através de feirantes bolivianos, que disponibilizam grande parte da produção para a população em geral nas feiras de Corumbá e Ladário.

“É preciso que seja fiscalizada a procedência e o estado sanitário. São produtos, na sua maioria, de origem boliviana, colocando em risco a saúde dos consumidores, já que não há nenhuma garantia do controle de uso de agrotóxicos no cultivo desses produtos”, enfatizou.

O vereador reforça ainda a necessidade da Receita Federal de Corumbá também participar desta ação, principalmente nas feiras livres e no comércio, “para a verificar a legalidade da comercialização de produtos de origem estrangeira que estão sendo expostos para a venda”.

Neste caso, ele lembra que, “tanto nas feiras livres, bem como em muitos estabelecimentos comerciais da cidade, é visível a venda de produtos estrangeiros, concorrendo com os comerciantes que trabalham com produtos nacionais, em prejuízo de quem trabalha dentro da legalidade, gerando uma concorrência desleal, além da falta de garantia dos produtos oferecidos ao consumidor”.

 

 

 

 

 

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