Menu
quinta, 06 de maio de 2021
Governo - O Estado que cresce - Maio
Geral

Em 1ª declaração após prisão, Delcídio nega ameaça a colegas e delação

23 fevereiro 2016 - 13h18Campo Grande News
Em sua primeira declaração, depois de quase três meses preso, o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) nega a informação de ameaça de entregar colegas do Senado, caso tenha seu mandato cassado. Corre, no Conselho de Ética, representação contra ele por quebra de decoro parlamentar. As informações foram publicadas na Folha de São Paulo nesta terça-feira (23). Seu retorno ao parlamento, inclusive com declarações na tribuna, que estava previsto para hoje, será adiado, de acordo com a assessoria do senador. Segundo Delcídio, que estaria 12 quilos mais magro, seus colegas de Senado o conhecem bem. “Posso não ser uma Brastemp, mas não sou burro, nem louco de botar o Senado contra mim”, teria dito. Cogitações sobre uma possível delação premiada também foi descartada por ele. “Não há delação premiada alguma. Minha defesa é boa. Será feita nos tribunais superiores”, disse. Pouco tempo depois da prisão do senador, a imprensa nacional divulgou notícias sobre a possibilidade de Delcídio aceitar acordo de colaboração premiada, desde sempre negada pela defesa. Ainda segundo a Folha de São Paulo, o senador explicou que não está em prisão domiciliar e, sim, em “recolhimento noturno”, que seria uma medida cautelar. Essas e demais informações serão explicadas durante seu primeiro pronunciamento na tribuna. Na sua volta, o senador também fara 'corpo a corpo' com os demais colegas, no intuito de se defender, enquanto na tribuna afirmará ser inocente e vítima de armação. A assessoria de comunicação confirmou que o senador não voltará aos trabalhos no Senado nesta terça-feira. Delcídio passará por "uma série de exames" e a definição do horário que ele terá de voltar para casa, em virtude da medida cautelar. Ainda conforme a assessoria, o senador "não pedirá licença, reassumirá o mandato e todas as comissões das quais faz parte". Prisão - O petista foi detido em 25 de novembro em desdobramento da operação Lava Jato. Desde então, o parlamentar, mantido inicialmente na superintendência da Polícia Federal, em Brasília, foi transferido para o presídio militar, teve a prisão mantida pelo STF e Senado. Segundo a PGR (Procuradoria Geral da República), que já denunciou o senador ao STF, ele teria agido de forma a dificultar a colaboração premiada de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, com o objetivo de evitar que fosse divulgado seu envolvimento nas possíveis irregularidades da Petrobras. O petista ainda foi gravado oferecendo um plano de fuga ao ex-diretor.  

Deixe seu Comentário

Leia Também

GERAL
MS recebe 50,5 mil doses da Astrazeneca do Ministério da Saúde
GERAL
PMA de Corumbá recebe doação de viatura da Vale para uso na fiscalização no Pantanal
SAÚDE
Prefeitura leva atendimento médico de rotina para o Porto Esperança
POLICIAL
Jovem é preso com 483 unidades de maconha no Cristo Redentor
POLICIAL
PMA apreende mais três tigres d'água em chácara
COVID-19
Vereador reforça necessidade de imunizar trabalhadores do CAC contra a Covid
ECONOMIA
Trabalhadores nascidos em maio podem sacar auxílio emergencial
POLICIAL
PRF apreende mais de 1,5 tonelada de maconha em MS
CIDADE
Vereador solicita informações sobre estágio de projeto de reforma do antigo mercadão
SEMANA NACIONAL DAS COMUNICAÇÕES
Wi-Fi Brasil leva internet a mais de 13 mil pontos remotos do país

Mais Lidas

POLICIAL
Assaltante é preso em flagrante no bairro Popular Velha
CONTRABANDO
PRF apreende carga com prata na BR 262 avaliada em 2 milhões de reais
EDUCAÇÃO
Senac oferece desconto de 30% em cursos EAD em diversas áreas
APOIO A SAÚDE
Vale inicia nova parceria na região com o projeto Ciclo de Saúde Pantanal