Menu
sexta, 22 de outubro de 2021
Andorinha - Setembro e Outubro
Andorinha - Outubro e Novembro - MOBILE
Geral

Árvores nativas voltam a dar frutos no Pantanal após queimadas

09 fevereiro 2021 - 11h02Ligia Nogueira - Colaboração para ECOA

Árvores nativas do Pantanal, como acuri, canjiqueira, jatobá, bocaiuva, jenipapo, figueira e marmelada, já voltaram a dar frutos na maior Reserva Particular do Patrimônio Natural do país, a RPPN Sesc Pantanal, em Mato Grosso. Essas espécies produzem alimento para araras, queixadas e antas, que agora voltam a encontrar fontes naturais de sobrevivência na região. Os primeiros sinais de recuperação na unidade de conservação, que teve 93% da área atingida pelo fogo recentemente, deixam pesquisadores otimistas, mas cautelosos diante dos impactos em longo prazo dos incêndios sobre o bioma.

Um dos locais mais gravemente atingidos pelo fogo na reserva do Sesc Pantanal foi a área com acuris, mas a espécie surpreendeu os pesquisadores e, após quatro meses, já volta a dar seus primeiros frutos. A expectativa inicial era que a nova safra de frutos ocorresse somente um ano após os incêndios.

Segundo a bióloga e pesquisadora do Grupo de Estudos em Vida Silvestre (GEVS) Gabriela Schuck, esse é o resultado da ação efetiva do combate ao fogo na Reserva. O crescimento da vegetação e o surgimento das frutas, porém, não significa que a área recuperou o estado anterior ao fogo, afirma a pesquisadora. Ainda é preciso monitorar como a situação vai evoluir. Monitoramento "Como estamos em um cenário de unidade de conservação, qualquer tipo de intervenção humana deve ser mínima ou evitada. Acreditamos que devemos deixar a recuperação vir no seu tempo, sem investimentos de interferência física", diz à coluna o coordenador do Grupo de Estudos em Vida Silvestre (GEVS) Luiz Flamarion.

Monitoramento

"Como estamos em um cenário de unidade de conservação, qualquer tipo de intervenção humana deve ser mínima ou evitada. Acreditamos que devemos deixar a recuperação vir no seu tempo, sem investimentos de interferência física", diz à coluna o coordenador do Grupo de Estudos em Vida Silvestre (GEVS) Luiz Flamarion Barbosa de Oliveira. Para Oliveira, o ideal é monitorar os processos de regeneração. "Nesse contexto investir em avaliação do tamanho de populações de diversos grupos da fauna (anfíbios, répteis, aves, mamíferos), é muito desejável. Utilizando métodos que considerem frequências, densidades e relações com o mosaico em recuperação." Cristina Cuiabália, gerente .

Deixe seu Comentário

Leia Também

Trânsito
Vereador pede informações ao DNIT, sobre radares na rodovia BR 262
Tráfico de Drogas
Operação conjunta apreende mais de 5 toneladas de maconha em Ponta Porã
Dado Positivo
MS é um dos quatro estados sem registro de mortes por Covid-19 nos últimos dias
Preço Mais Justo
Agepan estuda viabilidade para reduzir taxa de abastecimento de água e esgoto em MS
Denúncia
Vereador quer saber se empresas estão cumprindo cotas para pessoas com deficiência
Serviço
Projeto de Lei propõe desconto por dia de interrupção de serviços de telefonia e internet
Retomada
TRE-MS retoma trabalho presencial no dia 3 de novembro
Imunização
Ribeiros do Taquari recebem vacina contra Covid nos dias 26 e 27
Prisão
Evadido é capturado em rondas no bairro Dom Bosco
Relatório Parcial
Operação de prevenção à incêndios completa sete meses com mais R$ 33 milhões em multas

Mais Lidas

Corumbá
Casal é levado para delegacia após bebedeira e briga
Colônia do Bracinho
Pantaneiro denuncia construção de barragem no Rio Taquari
Dois brasileiros foram presos
Denunciado por participação no roubo de aeronaves em Aquidauana é preso na Bolívia
Recurso
Vereador questiona uso do duodécimo do legislativo repassado para Santa Casa em 2020