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Arroz e óleo devem ficar mais caros até o fim da semana em Corumbá

09 setembro 2020 - 11h10Gesiane Sousa

Os consumidores corumbaenses também sentirão o peso da alta da inflação oficial do país. Divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (9), o Índice de Preços para o Consumidor Amplo (IPCA) subiu 2,44% em 12 meses enquanto a inflação dos alimentos subiu 8,83% no período. Na prática, o cidadão vai pagar mais caro pelos produtos da cesta básica, com destaque para o arroz e o óleo de soja, itens consumidos diariamente pelos brasileiros.

O Capital do Pantanal apurou o preço final desses dois itens, apontados como os principais vilões na inflação. Em Corumbá, no Atacadista Fernandes, um dos principais supermercados da cidade, os produtos ainda estão sendo vendidos sem o reajuste. Porém, segundo o setor de vendas da empresa, a inflação deve atingir as gondolas até o final da semana, quando um novo carregamento, com preços caros devem chegar.

Nesta quarta, o pacote de 5 quilos do Arroz Brilhante, um dos preferidos dos corumbaenses está sendo vendido por R$ 18,99, mas a expectativa é que esse preço se aproxime dos R$ 24 já nos próximos dias. O óleo de soja já está mais caro e deve valorizar o preço ainda mais. Hoje, está sendo vendido à R$ 5,99, mas há duas semanas não chegava nem a R$ 4. 

Segundo o setor de vendas do Atacadista Fernandes os produtos básicos estão em falta nas fábricas e, por isso o valor está inflacionado. Economistas afirmam que a alta do dólar incentiva os produtores a aumentarem as exportações e termina reduzindo a oferta do produto no mercado interno. Daí, a percepção dos supermercados de que os produtos estão em falta.

O aumento no consumo, com mais pessoas em casa devido a pandemia, também incentiva o aumento a inflação. É a antiga lei da oferta e da procura. A situação também abre margem para a cobraça de preços abusivos, o consumirdor deve ficar atento e denúnciar ao Proncon, através da central 151, quando suspeitar de irregularidades.

Segundo o site G1, o presidente Jair Bolsonaro, pediu aos comerciantes para que as margens de lucro de produtos como o arroz fiquem "próximas de zero". O presidente acrescentou que não pretende tabelar preços. “Tenho apelado para eles, ninguém vai usar a caneta Bic para tabelar nada, não existe tabelamento, mas pedindo para eles que o lucro desses produtos essenciais nos supermercados seja próximo de zero. Acredito que a nova safra começa a ser colhida em dezembro, janeiro, de arroz em especial, a tendência é normalizar o preço”, disse Bolsonaro.

A previsão é que os preços continuem subindo até dezembro e até lá, os consumidores devem ser criativos para manter o básico na alimentação.

 

 

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