Menu
domingo, 14 de julho de 2024
Andorinha - 76 anos - Junho 2024
Andorinha - 76 anos - Junho 2024
Geral

Arroz e óleo devem ficar mais caros até o fim da semana em Corumbá

09 setembro 2020 - 11h10Gesiane Sousa

Os consumidores corumbaenses também sentirão o peso da alta da inflação oficial do país. Divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (9), o Índice de Preços para o Consumidor Amplo (IPCA) subiu 2,44% em 12 meses enquanto a inflação dos alimentos subiu 8,83% no período. Na prática, o cidadão vai pagar mais caro pelos produtos da cesta básica, com destaque para o arroz e o óleo de soja, itens consumidos diariamente pelos brasileiros.

O Capital do Pantanal apurou o preço final desses dois itens, apontados como os principais vilões na inflação. Em Corumbá, no Atacadista Fernandes, um dos principais supermercados da cidade, os produtos ainda estão sendo vendidos sem o reajuste. Porém, segundo o setor de vendas da empresa, a inflação deve atingir as gondolas até o final da semana, quando um novo carregamento, com preços caros devem chegar.

Nesta quarta, o pacote de 5 quilos do Arroz Brilhante, um dos preferidos dos corumbaenses está sendo vendido por R$ 18,99, mas a expectativa é que esse preço se aproxime dos R$ 24 já nos próximos dias. O óleo de soja já está mais caro e deve valorizar o preço ainda mais. Hoje, está sendo vendido à R$ 5,99, mas há duas semanas não chegava nem a R$ 4. 

Segundo o setor de vendas do Atacadista Fernandes os produtos básicos estão em falta nas fábricas e, por isso o valor está inflacionado. Economistas afirmam que a alta do dólar incentiva os produtores a aumentarem as exportações e termina reduzindo a oferta do produto no mercado interno. Daí, a percepção dos supermercados de que os produtos estão em falta.

O aumento no consumo, com mais pessoas em casa devido a pandemia, também incentiva o aumento a inflação. É a antiga lei da oferta e da procura. A situação também abre margem para a cobraça de preços abusivos, o consumirdor deve ficar atento e denúnciar ao Proncon, através da central 151, quando suspeitar de irregularidades.

Segundo o site G1, o presidente Jair Bolsonaro, pediu aos comerciantes para que as margens de lucro de produtos como o arroz fiquem "próximas de zero". O presidente acrescentou que não pretende tabelar preços. “Tenho apelado para eles, ninguém vai usar a caneta Bic para tabelar nada, não existe tabelamento, mas pedindo para eles que o lucro desses produtos essenciais nos supermercados seja próximo de zero. Acredito que a nova safra começa a ser colhida em dezembro, janeiro, de arroz em especial, a tendência é normalizar o preço”, disse Bolsonaro.

A previsão é que os preços continuem subindo até dezembro e até lá, os consumidores devem ser criativos para manter o básico na alimentação.

 

 

Deixe seu Comentário

Leia Também

Aumento de Temperatura
Ecoa analisa recuo do fogo no Pantanal e alerta para risco de novos incêndios nos próximos dias
Madrugada
Morador de rua morre em noite com frio de -4ºC em bairro da Capital
Na Capital
MS abre Paralimpíadas Escolares com foco na inclusão e no poder do esporte em transformar vidas
Virtual
Iphan realiza oficina de divulgação do Prêmio Rodrigo no Mato Grosso do Sul
Operação Pantanal II
Forças Armadas montam base avançada para acolher 100 brigadistas no Pantanal de MT
Conscientização
Dia Mundial do TDAH: especialista fala sobre sintomas, diagnóstico e tratamento
Destaque
Senac MS recebe selo 'melhores empresas para se trabalhar' pela segunda vez
Aposta
Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado em R$ 15 milhões
Meio Ambiente
Biólogos tentam salvar fauna ameaçada pelo fogo no Pantanal
Plantão
Bombeiros combatem incêndios em terrenos baldios de Corumbá e Ladário

Mais Lidas

Madrugada
Morador de rua morre em noite com frio de -4ºC em bairro da Capital
Tempo
Sábado amanhece nublado e com termômetros marcando mínima de 10°C em Corumbá
Corumbá tem máxima de 18°C
Publicado em Diário
TJMS reconhece legalidade na cobrança da Taxa do Lixo em Corumbá
Operação Pantanal II
Forças Armadas montam base avançada para acolher 100 brigadistas no Pantanal de MT