Juçara, que conheceu o basquete aos 11 anos em Corumbá, está na sua terceira convocação para a seleção brasileira de basquete máster.
(Foto: Arquivo Pessoal)
O sonho da atleta Juçaara Paiva, que hoje representa o Brasil no Campeonato Mundial de Basquete Máster, na cidade de Mar Del Plata, na Argentina, inicou quando ela ainda tinha apenas 11 anos, idade em que conheceu o basquete, na sua cidade natal, Corumbá. De lá pra cá, Juçara jogou no time de Corumbá e por muitos anos defendeu o Estado do Mato Grosso do Sul (MS), sendo inclusive campeã Brasileira por MS, passou por times de grandes cidades como São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro, até integrar a seleção brasileira na categoria máster.
A atleta conta que se apaixonou pelo basquete já na primeira semana de treinamento em Corumbá, onde aprendeu a jogar com o professor e amigo José da Conceição Padilha. "O Padilha foi meu professor e incentivador. Comecei jogando com ele na Escola Estadual Júlia Gonçalves Passarinho, ganhamos vários campeonatos escolares. Éramos conhecidas como as garotas de Ouro do Professor Padilha. Tempo bom que com certeza ficará eternamente na minha memória e de muitos corumbaenses. Tenho eterna gratidão ao meu Mestre e amigo, professor Padilha", relembra Juçara.
Esta é a terceira convocação de Juçara para a Seleção Brasileira, a primeira foi para o PanAmericano, em Natal, no Brasil, a segunda, também para o PanAmericano, em Entre Rios, na Argentina e, nesta terceira vez, para o Mundial em Mar Del Plata, também na Argentina, onde disputa com atletas de alto rendimento.
A categoria master, com atletas acima de 30 anos, promove a importância da continuidade da vida esportiva. A FIMBA (Federação Internacional de Basquete) encara o trabalho com o propósito de organizar, promover, dirigir e controlar a prática do Basquete Master, que tem crescido e alcançado destaque em todo o mundo.
"Estou muito feliz por representar o Brasil, feliz por estar neste evento de nível extremamente alto e competitivo. Representar o país exige comprometimento, disciplina e foco. Eu deixei de fazer muitas coisas para me dedicar aos treinos, que exige uma vida social regrada", destaca a atleta.
Mesmo com tantas conquistas, Juçara diz que ainda não é hora e parar, após o mundial, ela continua treinando. Ainda neste ano, em novembro, ela disputa o Campeonato Brasileiro, na cidade de São Luís do Maranhão, defendendo o time do Rio de Janeiro. Para 2024, o foco são o PanAmericano, que será realizado no México, e o Mundial, na Suiça.
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