Atividade foi realizada na com a participação do CAIJ-CRIPAM.
(Divulgação/Moinho Cultural)
O Instituto Moinho Cultural Sul-Americano promoveu, na sexta-feira (26), um júri simulado para discutir situações de abuso e violência sexual. A atividade foi uma das realizadas durante o Maio Laranja e teve a parceria do CAIJ-CRIPAM.
O júri simulado contou com a participação de mais de 100 crianças e adolescentes. O caso tratava de situação vivenciada por centenas de crianças e adolescentes no país atualmente: aliciamento e abuso sexual por meio das redes sociais.
A assistente social do Moinho Cultural, Jessyka Karolaine, explica que a instituição trabalha de forma preventiva com os participantes e levar informação é a melhor forma de prevenir casos semelhantes entre as crianças e adolescentes.
“Dentro do grupo temático, que é realizado pelo Núcleo Social, trabalhamos diversos temas sociais e atuais. O júri simulado tem por objetivo estimular a reflexão por meio do diálogo, estimulando o respeito às diferentes opiniões”, explica.
Júri simulado faz parte das ações de conscientização da campanha do Maio Laranja das instituições. Foto: Divulgação/Moinho Cultural Jessyka explica, ainda, que o caso tem sido estudado pelos participantes e que o tema foi sugerido por eles mesmos. “Eles mesmo criaram, a partir do que estão vendo atualmente na sociedade, esta história que será analisada no júri. Buscaram nas leis e no Estatuto da Criança e do Adolescente seus direitos e deveres. O conhecimento é primordial para prevenir qualquer tipo de violência, dentre elas o abuso e a exploração sexual”, conclui a assistente social.
O Instituto Moinho Cultural Sul-Americano
O Moinho Cultural é uma OSC que oferece há 18 anos para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social de Corumbá, Ladário, Puerto Suarez e Puerto Quijarro, aulas de dança, música, tecnologia e informática. A formação continuada oferecida pela instituição tem duração de até oito anos. O Moinho também atua na formação de intérpretes criadores para jovens e adultos, com a Companhia de Dança do Pantanal, Orquestra de Câmara do Pantanal e Núcleo de Tecnologia. A missão da instituição é diminuir a vulnerabilidade social na região de fronteira Brasil-Bolívia, por meio do acesso a bens culturais e tecnológicos. Desde o início das atividades, mais de 23 mil crianças e adolescentes já foram atendidos pelo Moinho.
Atualmente, o Moinho Cultural conta com o patrocínio máster via Lei de Incentivo Cultural do Instituto Cultural Vale, bem como, patrocínio da Bellalluna Participações LTDA, Energisa, BRINKS, BTG Pactual, CaraÍ Empreendimentos LTDA, HINOVE, Rodobens, o Apoio Cultural do Instituto FAR, o fomento do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, além da parceria com a J.Macêdo e Fecomércio MS-SESC.
São parceiros institucionais a Prefeitura de Corumbá, Prefeitura de Ladário, Prefeitura de Puerto Suárez, Prefeitura de Puerto Quijarro, Instituto Homem Pantaneiro, IFMS, UFMS, Acaia Pantanal e outros doadores pessoa física e jurídica.
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