O setor de serviços recuou em 19 das 27 unidades da federação em novembro.
(Divulgação/Sebrae-MS)
O IBGE divulgou hoje (12), a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) referente ao mês de novembro de 2022. A
pesquisa tem o objetivo de produzir indicadores que permitam o acompanhamento da evolução conjuntural do setor de serviços empresariais não financeiros e de seus principais segmentos.
A PMS expõe, a partir da variável investigada, índices de receita nominal e de volume, este último como resultado da deflação dos valores nominais correntes por índices de preços específicos para cada grupamento de atividade (quando possível), e para cada Unidade da Federação, construídos a partir dos relativos de preços do IPCA.
O volume de serviços em Mato Grosso do Sul, apresentou queda de 1,8% se comparado ao mês anterior. Esse é o segundo pior índice para o mês de novembro, de acordo com a série histórica com ajuste sazonal, que teve
início em 2011. Em relação a novembro de 2021, houve queda de 6,2% no volume de serviços. O acumulado nos últimos 12 meses é de 4,1% e no ano o setor acumula alta de 4,3%.
Serviços recuam em 19 das 27 unidades da federação em novembro
Regionalmente, em 19 das 27 unidades da federação houve retrações no volume de serviços em novembro de
2022, frente ao mês imediatamente anterior, ainda que o resultado do Brasil tenha sido de estabilidade (0,0%).
O impacto negativo mais importante veio de São Paulo (-0,5%), seguido por Mato Grosso (-7,9%), Distrito
Federal (-4,0%), Amazonas (-6,7%) e Minas Gerais (-1,0%). Em contrapartida, Rio de Janeiro (2,2%) exerceu a
principal contribuição positiva, seguido por Paraná e Rio Grande do Sul, ambos com avanço de 1,7%.
Frente a novembro de 2021, o avanço do volume de serviços no Brasil (6,3%) foi acompanhado por 24 das 27 unidades da federação. A principal contribuição positiva ficou com São Paulo (7,6%), seguido por Minas Gerais (10,0%), Rio de Janeiro (5,6%), Rio Grande do Sul (10,1%), Mato Grosso (16,0%) e Paraná (3,6%). Os únicos resultados negativos do mês foram Distrito Federal (-9,7%), Mato Grosso do Sul (-6,2%) e Rio Grande do Norte (-1,6%).
No acumulado do ano (8,5%), houve altas em 26 das 27 unidades da federação. O principal impacto positivo
ocorreu em São Paulo (10,3%), seguido por Minas Gerais (11,2%), Rio Grande do Sul (11,7%), Rio de Janeiro (3,2%), Pernambuco (11,7%), Paraná (4,4%) e Mato Grosso (13,2%). Por outro lado, a única influência negativa veio do Distrito Federal (-2,3%).
* Com informações do IBGE
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