Fronteira com Corumbá segue fechada há 18 dias.
(Capital do Pantanal)
Já são quatro dias de Congresso instalado no departamento de Beni, na Bolívia, para deliberar a questão do Censo, mas até o momento nada foi resolvido.
Nesta terça-feira (8), o protesto pela realização do Censo Demográfico em 2023 ganhou mais um apoio, a Associação dos Médicos anunciaram uma greve de 24 horas para pressionar o governo a ceder as reinvindicações. A cidade de Tarija, conhecida pelas fábricas de vinho, também fortaleceram o movimento do Paro Cívico.
Representantes do Comitê Cívico afirmam que o Instituto Nacional de Estatística (INE) já teria preparado um documento referente a realização do Censo em 2023, mas o governo estaria articulando nos bastidores para atrasar ao máximo a divulgação da data, enquanto ganha tempo para manter o decreto que adia a nova medicação demográfica para 2024.
A fronteira com Corumbá segue fechada há 18 dias e segundo o presidente do Setlog (Sindicato das Empresas de Cargas e Logística), Lourival Vieira, o prejuízo médio estimado é de US$ 5 mil dólares por dia.
O último Censo na Bolívia ocorreu em 2012, de lá pra cá, as cidades recebem repasses federais defasados que não atendem a atual realidade populacional das cidades.
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