Dentre as atividades, também há plantio de mudas de vegetação nativa em recuperação às matas ciliares
(Assessoria)
Há sete anos, a Polícia Militar Ambiental e várias instituições parcerias realizam pelo menos uma expedição de Educação Ambiental com as comunidades ribeirinhas no Pantanal ao ano, especialmente as comunidades indígenas. Neste ano, a 7ª Expedição de Educação no Pantanal começou ontem (25) às 9h00 com programação de término previsto para 30 de setembro.
A expedição é coordenada pela Polícia Militar Ambiental de Corumbá, com participação do Instituto das Águas da Serra da Bodoquena (IASB), o Instituto Homem Pantaneiro (IHP), a Secretaria de Educação do município de Corumbá e a Organização Não Governamental Ecologia e Ação (ECOA), além do Ministério Público do Trabalho (MPT). Serão atendidas as regiões e comunidades tradicionais do Castelo, Paraguai Mirim, São Francisco, Amolar, Barra de São Lourenço e Aldeia Indígena Guató.
A expedição está sendo realizada com a embarcação de grande porte da PMA e algumas embarcações menores, bem como com participação do helicóptero do Grupo de Policiamento Aéreo de Mato Grosso do Sul (GPA), que estará em fiscalização aérea, em apoio as embarcações operacionais da PMA que acompanham a expedição. O objetivo principal da expedição é proporcionar a Educação Ambiental, assistência social, fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), além da fiscalização em prevenção e repressão a possíveis crimes ambientais.
Devido às peculiaridades das atividades dos ribeirinhos na coleta de iscas, a atuação do Ministério Público do Trabalho (MPT) se dá na orientação sobre as políticas de trabalho, redução de acidentes e fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual para a prevenção dos acidentes e doenças, que são entregues pelas equipes da expedição, que ao todo tem 35 profissionais entre Militares e Civis.
Caracterizada por seu importante papel na proteção e conservação do meio ambiente, por meio da prevenção, repressão, a PMA vê na Educação Ambiental uma forma de envolver e sensibilizar a população na defesa ambiental, com consequente diminuição das infrações e crimes ambientais. Dentre as atividades, também há plantio de mudas de vegetação nativa em recuperação às matas ciliares dos rios, nas áreas próximas às comunidades ribeirinhas, especialmente, nas áreas das escolas, momento em que são discutidas todas as questões relativas à flora. Ao todo serão atendidos 450 ribeirinhos.
Hoje (26), 90 pessoas e alunos da comunidade Paraguai Mirim participaram de diversas atividades educacionais previstas na programação.
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