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A Prefeitura de Corumbá por meio da Secretaria Municipal de Educação em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul através do Programa de Pós-Graduação Mestrado em Estudos Fronteiriços e Grupo de Pesquisa- LIFROS, tem a honra de realizar o 1º Workshop de Literatura Infantil na Fronteira Brasil-Bolívia, com o objetivo de refletir o papel da literatura na fronteira e suas contribuições para aproximar culturas, dirimir preconceitos e incentivar a prática das línguas espanholas e portuguesa no espaço fronteiriço Corumbá/Puerto Quijarro. O evento acontecerá nos dias 27 e 28 de Abril a partir das 19 h, de forma remota, transmitido pelas redes sociais da Universidade Federal (UFMS) e da Semed Corumbá. O evento conta com uma programação bem extensa com apresentações culturais, palestrantes e escritores brasileiros e bolivianos.
As inscrições poderão ser feitas através do link https://www.sympla.com.br/1-workshop-de-literatura-infantil—a-literatura-infantil-em-movimento-na-fronteira-brasilbolivia__1109557. Para a certificação do evento, serão disponibilizados os formulários de frequência no chat das redes sociais.
De acordo com o Secretário Municipal de Educação, Genilson Canavarro de Abreu: “escolhemos o mês de Abril para a realização do evento, pois é o mês de celebração à literatura infantil, ao livro, é muito importante discutir o contato dos alunos com a literatura, porque eles vão tomando gosto pelas obras e aprendem muita coisa boa. Ler é fundamental em qualquer etapa da vida, a leitura é algo que deve ser perseguido por todo cidadão, porque o conhecimento da pessoa é a possibilidade dela se diferenciar dentro daquilo que faz. Isso só se consegue por meio da leitura, por isso que incentivamos iniciativas como essa”, afirmou ele.
A iniciativa é organizada pelo Núcleo do Ensino Fundamental I, que relatou: O intuito desse evento é fomentar as discussões a respeito da Literatura Infantil e o encantamento do lúdico e da imaginação na vida do ser humano. Como somos uma cidade fronteiriça, e recebemos em nossa rede, alunos de origem boliviana e outras nacionalidades – em um número bem significativo – precisamos pensar em como aproximar as culturas, sabendo que a literatura tem esse papel humanizador de compreensão de realidades distintas e multiculturais que a nossa fronteira carrega sobre si, disse Tarissa Marques.
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