Equipe de Campo Grande irá reforçar o trabalho de fiscalização entre Corumbá e Porto Murtinho.
(Divulgação PMA)
Amanhã, 1º de fevereiro, inicia a modalidade pesque e solte no leito do rio Paraguai, junto com a atividade, o reforço da fiscalização por parte da Polícia Militar Ambiental (PMA) também ganha formato ainda mais estratégico. A medida foi adotada desde o ano de 2009.
O policiamento é reforçado na calha do rio Paraguai, entre os municípios de Corumbá e Porto Murtinho, cujas áreas envolvem a calha, especialmente na fronteira com o Paraguai e a Bolívia, bem como na região de divisa com o Mato Grosso, inclusive, na área do entorno do Parque Nacional do Pantanal.
Equipes da sede, Campo Grande, serão deslocadas para o integrar a fiscalização na calha do rio Paraguai, bem como nos rios da bacia, para evitar a possível pesca, tendo em vista que a permissão é somente para o leito do rio. A fiscalização reforçada tem por objetivo evitar que pescadores praticantes da modalidade permitida (pesque-solte) matem o peixe. Quem descumpre as regras é preso por pesca predatória, uma vez que o período de defeso, para proteção da piracema, ainda está em curso. Equipes de embarcações pesqueiras com turistas sairão do Porto Geral de Corumbá para o trabalho de orientação.
ALERTA SOBRE PESCA
À exceção do pesque e solte na calha do rio Paraguai, a PMA informa que a única pesca permitida neste período na bacia do Rio Paraguai e nos rios de domínio do Estado de Mato Grosso do Sul na Bacia do Paraná, é a pesca de subsistência. Subsistência é manutenção da vida. Então, quem pode pescar é o ribeirinho (populações tradicionais) que precisa da proteína do peixe para manutenção de sua vida. Ele pode capturar 3 kg, ou um exemplar, respeitando as medidas permitidas, porém, não pode comercializar em hipótese alguma.
A população das cidades lindeiras, bem como pessoas que vão passar o final de semana em ranchos às margens dos rios, não podem pescar.
PESCA PARA A BACIA DO RIO PRANÁ
Nos Lagos das Usinas do Rio Paraná, continua podendo haver pesca. O pescador amador pode capturar até 10 kg mais um exemplar de peixes exóticos e não nativos da bacia, tais como: tucunaré, corvina, tilápia, bagre africano, etc. Para o pescador profissional não existe cota de captura destas espécies, desde que não utilize petrechos proibidos, incluindo redes de pesca.
Quem desrrespeitar a lei pode ser preso e terá embarcação e todo material da pesca apreendido. Foto: Divulgação PMAA PESCA CONTINUA FECHADA ATÉ 28 DE FEVEREIRO
A PMA alerta às pessoas que vão descansar em ranchos e locais às margens dos rios, que respeitem a legislação, e não pesquem nos locais proibidos, que obedeça a modalidade pesque e solte e soltando os peixes nos locais onde estará permitido o pesque-solte na área permitida, calha do Rio Paraguai.
O desrespeito à legislação pode levar a prisão dos infratores e em caso flagrante, se condenado, pegar pena de um a três anos de detenção. Terão todo o material de pesca e motor de popa, barcos e veículos utilizados na infração apreendidos, além de serem multados administrativamente em valor que varia de R$ 700,00 a R$ 100 mil, mais de R$ 20,00 por Kg do pescado irregular.
Com informações da PMA.
Leia Também
MS reforça segurança prisional com novos equipamentos tecnológicos
STF confirma regras para responsabilizar big techs por conteúdo ilegal
Conserto emergencial pode afetar abastecimento de água em Ladário
Adolescente fica ferido após colisão entre carro e bicicleta sem freio em Corumbá
Quarta-feira de manhã nublada e tarde com previsão de sol em Corumbá e Ladário
Funcionários da Embrapa farão paralisação nacional nesta quarta-feira (17)
Bolsa Atleta confirma 304 beneficiados e libera apoio em agosto
Homem é encontrado inconsciente e com múltiplas lesões em Corumbá
Bombeiros percorrem o Pantanal para socorrer peão após queda de cavalo