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Flávio Magalhães de 19 anos, que na segunda-feira (10), se apresentou na Delegacia de Polícia Civil de Corumbá, como autor do assassinato do Cabo da Polícia Militar, Aguilar de 55 anos, morto durante atendimento de ocorrência no bairro Guatós, no último sábado (8), foi preso em flagrante na tarde de ontem, quarta-feira (12), tentando embarcar em ônibus intermunicipal para fugir da cidade.
Momento em que Flávio era entregue na Delegacia de POlícia Civil de Corumbá. Foto: DivulgaçãoSegundo informações do boletim de ocorrência n° 226, registrado ontem, Flávio foi flagrado durante abordagem de rotina no Posto Fiscal Lampião Aceso, quando uma viatura da Polícia Militar Rodoviária, interceptou ônibus que seguia para Bonito. Por consciência, um dos policiais presentes na operação de rotina, era também um cabo chamado Aguilar.
Flávio desmentiu sua primeira versão e disse que assumiu ter agido sozinho porque os outros envolvidos teriam filhos. Além de Flávio, o segundo acusado pela morte do PM, também está preso, Bruno da Silva, de 26 anos, já era foragido da justiça por outro crime.
O terceiro envolvido já identificado, Emerson Castedo, 25 anos, quem teria dado o tiro que matou o policial, ainda não teve a prisão decretada.
O Delegado Pablo Farias, ouviu três envolvidos no final da tarde de ontem e declarou em entrevista na TV, que a briga teria começado por conta de chinelos e por rixas que os acusados teriam com moradores do bairro Guatós.
Flávio teria ido ao comércio onde ocorreu o crime, acompanhado de um primo menor de idade para comprar pipas. Ao ser visto, foi perseguido por outros jovens, que deixaram seus pares de chinelos abandonados. Flávio teria destruído os calçados e a mãe de um dos jovens acionou a polícia pelo 190.
Aversão policial indica que Flávio estava dentro da loja e Bruno fora, ele teria entrado e agarrou o policial para em seguida atirar com um revólver calibre 22. Emerson teria aparecido e efetuado o segundo tiro, com uma espingarda calibre 28, o que causou a morte do policial. O tiro perfurou a axila, da esquerda para a direita, de cima para baixo.
Bruno e Emerson foram indiciados por homicídio e Flávio por participação no crime. A espingarda já está em poder da polícia e o revolver calibre 22 será entregue pelo pai de Bruno. A polícia irá aguardar um laudo técnico que comprovará se houve ou não disparo pela arma de Bruno, o revólver calibre 22.
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