Capital do Pantanal entrevistou o cirurgião em Cochabamba
(Thethis Ibanez)
Apesar do médicos cirurgiões plásticos no Brasil facilitarem o pagamento para as intervenções e correções estéticas, o pais vizinho continua atraindo a clientela brasileira, chilena, argentina e peruanas. O médico especialista em queimados e reconstrução Diego Armando Morejon, tem atendido dezenas de pacientes para correções de cirurgias mal feitas em várias partes do mundo. O médico domina técnicas inovadoras, e apesar de boliviano reside na Argentina, indo para Cochabamba duas vezes ao mês.
Reconhecido por ter um trabalho de qualidade, vive com o consultório lotado, “ especializei em Buenos Ayres em tratamento invasivos e outras técnicas avançadas e publicadas em revistas cientificas. Nossa experiencia nos permite realizar essas técnicas hoje aprovadas em todo mundo” . Nas novas técnicas os médicos tem procurado o maior conforto do paciente, fazendo cirurgias com menos dor e recuperação mais rápida, “ a nova tendência são resultados naturais, buscando a simetria. Fazemos de uma forma que as pessoas não vão perceber que foram operadas. E com isso a recuperação é mais rápida e menos invasiva para o organismo, evitando hematomas e cortes profundos. Tudo isso faz com que as pessoas retornem o mais rápido ao trabalho. Um bom exemplo são as lipo aspiração de duas horas que retiram gorduras que as academias não vão conseguir destruir” .
Os casos mais graves são hospitalizados com nosso acompanhamento, “ mas geralmente são menos traumáticas e com recuperação muito rápida e preços acessíveis” . O medico disse que grande parte das pacientes são brasileiras e que elas geralmente indicam o seu nome a outras pessoas. O médico pode ser encontrado no Face: @cirurgiaplasticaymedicinaestética, www.cirurgiaplasticaymedicinaestetica.com, e pelo telefone +5491130865060 (Argentina)
O especialista disse para as pessoas que tem medo de fazer uma cirurgia que hoje a ciência esta avançada e estão publicando vídeos com depoimentos de pacientes mostrando que os riscos são mínimos, “ as cirurgias são menos agressivas e mais eficazes” . Quanto aos preços, devido a alta do dólar estão equiparados com os cobrados por médicos brasileiros, a diferença está nos equipamentos de última geração que provocam menos dor e sangramentos, como o laser. O médico atende em Cochabamba e Buenos Aires.
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