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O Estado de Mato Grosso do Sul foi um dos últimos a entrar na crise econômica nacional e é o primeiro a deixá-la para trás. A constatação é do Coordenador de Estudos e Pesquisas da Fundação do Trabalho de MS (Funtrab), Jorge Goya, que realizou estudo com base nos números referentes ao saldo positivo da geração de empregos, finanças públicas e arrecadação de tributos federais.
Conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), entre os 27 estados da federação somente Mato Grosso do Sul e Roraima registraram saldo positivo na geração de novos postos de trabalho, no acumulado de janeiro a novembro de 2016.
Em todo Brasil, apenas Mato Grosso do Sul e Roraima registraram saldo positivo na geração de novos postos de trabalho no acumulado de 2016. Foto: Assessoria de imprensaNas finanças públicas, Goya reforça que MS se encontra entre os cinco estados que a duras penas vêm conseguindo manter as contas públicas em ordem. “Apesar da onda de quebradeira que assola o país, a gestão de governo no MS vem conseguindo passar por este momento negativo com eficiência. Outro importante indicador é a arrecadação dos tributos federais, que se manteve estável, na casa dos R$ 600 milhões por mês”, considerou Goya.
Enfrentando a crise
Desde que assumiu o mandato, o governador Reinaldo Azambuja e sua equipe econômica vêm executando medidas para reduzir o gasto com a máquina pública, sem comprometer a entrega de serviços públicos à população. Assim, foram reduzidas o número de secretarias de 15 para 13, o número de comissionados em 20% e até mesmo o corte do próprio salário de governador pela metade. As compras governamentais foram revistas, reduzindo os gastos somente em 2015, em R$ 850 milhões.
Na avaliação de Reinaldo, as medidas austeras que foram tomadas no início de sua gestão, com aumento de tributos dos supérfluos, ITCD e redução no desconto do IPVA, foram essenciais para manter a saúde econômica de Mato Grosso do Sul.
“Foram medidas amargas que hoje se mostram essenciais para nossa gestão. Por meio delas, conseguimos manter o equilíbrio das contas, cumprir todas as obrigações fiscais, financeiras e orçamentárias, além do reforçar o programa de incentivos fiscais, que resultaram em um ambiente de confiança aos investidores. Não há dúvida que esses fatores estão contribuindo para aumentar os índices de emprego no Estado”, declarou o governador.
O Secretário de Fazenda, Marcio Monteiro, destaca que o equilíbrio fiscal possibilitou investimentos em áreas importantes como saúde, educação e segurança pública, além da concessão de incentivos fiscais para indústrias e comércio. Aliado a isso, em dezembro, o Estado injetou cerca de R$ 1 bilhão na economia, com as folhas de pagamento de novembro, dezembro e o 13º salário.
“A recuperação financeira em Mato Grosso do Sul tem relação direta com as ações de gestão do governador Reinaldo Azambuja. O estado aposta no círculo virtuoso da economia. O incentivo fiscal, a infraestrutura energética, os recursos hídricos, logística de transportes e equilíbrio das contas públicas dão condições para a retomada do crescimento. É preciso entender que a remuneração da produção reflete no aumento dos postos de trabalho e na geração de tributos. Esse conjunto de fatores é que forma a engrenagem que movimenta o motor da economia”, encerrou Monteiro.
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