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Assomasul aponta insensibilidade da Fetems em não aceitar adiamento do início das aulas

18 jan 2016 - 15h09   atualizado em 03/03/2026 às 09h17
Assomasul aponta insensibilidade da Fetems em não aceitar adiamento do início das aulas
O presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), Juvenal Neto (PSDB), avaliou que o protesto da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação do Estado) acerca da solicitação da entidade para o adiamento do início das aulas nas redes estadual e municipais não reflete, necessariamente, a opinião de todos os trabalhadores da Educação, em especial a dos professores. Juvenal Neto também negou que o adiamento do início do ano letivo solicitado pela entidade seja uma manobra orquestrada pelos prefeitos para a redução dos custos com a Educação neste início de ano, como acusou a Fetems em nota de protesto contra a medida divulgada no fim de semana, conforme materia intitulada "Governo já admite adiar início do ano letivo, mas sem aulas aos sábados", publicada na edição do último dia 15 no portal Campo Grande News. A Fetems argumentou que os prefeitos defendem o adiamento das aulas porque estariam pretendendo “se livrar do compromisso de pagar o salário de fevereiro dos professores convocados”. Na mesma nota, o órgão alega que o “adiamento das aulas prejudicará os alunos e alterará toda a rotina familiar dos trabalhadores e trabalhadoras de MS”. “O que estamos tentando fazer é impedir que a difícil situação nas estradas rurais, em especial, seja agravada com o início do tráfego dos ônibus escolares nessas vias. É unicamente uma estratégia provisória e bem pensada para preservar até mesmo a integridade física dos alunos, ou seja, evitar eventuais acidentes. Não trata-se de tentar economizar dinheiro, e sim permitir que o transporte dos alunos seja feito com segurança, dentro dos padrões exigidos por lei”, disse o presidente da Assomasul. Ele avaliou que muitos professores são a favor da mudança da data de começo das aulas, por se preocuparem com a segurança própria e a dos estudantes. Para Juvenal Neto, a posição da Fetems sobre do pedido de adiamento do início das aulas “vem revestida de vários equívocos e de uma enorme insensibilidade com relação à questão da falta de segurança proporcionada pelas chuvas ao transporte escolar”. “Jamais os prefeitos atuariam para adiar as aulas pensando unicamente na economia das prefeituras e em detrimento do calendário escolar. Existe uma preocupação forte no tocante ao bem-estar dos estudantes”, disse Juvenal Neto. No último dia 13, o presidente da Assomasul sugeriu, em audiência com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), o adiamento do início do ano letivo, alegando dificuldades dos municípios em decorrência das chuvas que caem em Mato Grosso do Sul desde meados de novembro do ano passado e que têm destruído estradas e pontes na área rural, o que dificulta o transporte dos alunos. Na ocasião, Juvenal Neto sugeriu que as aulas da Reme (Rede Estadual de Ensino) tenham início no dia 29 de fevereiro e não no dia 15, conforme previsto pelo calendário estabelecido pela Secretaria de Estado de Educação. O presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), Juvenal Neto (PSDB), avaliou que o protesto da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação do Estado) acerca da solicitação da entidade para o adiamento do início das aulas nas redes estadual e municipais não reflete, necessariamente, a opinião de todos os trabalhadores da Educação, em especial a dos professores. Juvenal Neto também negou que o adiamento do início do ano letivo solicitado pela entidade seja uma manobra orquestrada pelos prefeitos para a redução dos custos com a Educação neste início de ano, como acusou a Fetems em nota de protesto contra a medida divulgada no fim de semana, conforme materia intitulada "Governo já admite adiar início do ano letivo, mas sem aulas aos sábados", publicada na edição do último dia 15 no portal Campo Grande News. A Fetems argumentou que os prefeitos defendem o adiamento das aulas porque estariam pretendendo “se livrar do compromisso de pagar o salário de fevereiro dos professores convocados”. Na mesma nota, o órgão alega que o “adiamento das aulas prejudicará os alunos e alterará toda a rotina familiar dos trabalhadores e trabalhadoras de MS”. “O que estamos tentando fazer é impedir que a difícil situação nas estradas rurais, em especial, seja agravada com o início do tráfego dos ônibus escolares nessas vias. É unicamente uma estratégia provisória e bem pensada para preservar até mesmo a integridade física dos alunos, ou seja, evitar eventuais acidentes. Não trata-se de tentar economizar dinheiro, e sim permitir que o transporte dos alunos seja feito com segurança, dentro dos padrões exigidos por lei”, disse o presidente da Assomasul. Ele avaliou que muitos professores são a favor da mudança da data de começo das aulas, por se preocuparem com a segurança própria e a dos estudantes. Para Juvenal Neto, a posição da Fetems sobre do pedido de adiamento do início das aulas “vem revestida de vários equívocos e de uma enorme insensibilidade com relação à questão da falta de segurança proporcionada pelas chuvas ao transporte escolar”. “Jamais os prefeitos atuariam para adiar as aulas pensando unicamente na economia das prefeituras e em detrimento do calendário escolar. Existe uma preocupação forte no tocante ao bem-estar dos estudantes”, disse Juvenal Neto. No último dia 13, o presidente da Assomasul sugeriu, em audiência com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), o adiamento do início do ano letivo, alegando dificuldades dos municípios em decorrência das chuvas que caem em Mato Grosso do Sul desde meados de novembro do ano passado e que têm destruído estradas e pontes na área rural, o que dificulta o transporte dos alunos. Na ocasião, Juvenal Neto sugeriu que as aulas da Reme (Rede Estadual de Ensino) tenham início no dia 29 de fevereiro e não no dia 15, conforme previsto pelo calendário estabelecido pela Secretaria de Estado de Educação.

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