Crianças e adolescentes percorreram ruas do bairro Dom Bosco com cartazes e mensagens de conscientização.
(Foto: Renê Márcio/PMC)
A caminhada do Maio Laranja, em combate à exploração sexual infatil, doi realizada nesta segunda-feira, 19, com participação de crianças e adolescentes atendidos pelo Programa Crianças e Adolescentes Felizes (PCAF), da Cidade Dom Bosco, e pelo Centro de Atendimento Integral à Juventude e à Infância (Caiji). Juntos, eles percorreram as ruas do bairro Dom Bosco com cartazes e mensagens de conscientização.
Durante o ato, a rotatória da esquina das ruas Dom Aquino e Marechal Deodoro recebeu o plantio da flor laranja, símbolo da campanha, que representa a fragilidade e a vulnerabilidade de meninas e meninos vítimas de violência.
A vice-prefeita e secretária municipal de Assistência Social e Cidadania, Bia Cavassa, participou da caminhada e afirmou que o município acompanha de perto as instituições que atuam com o público infantojuvenil.
"A Prefeitura de Corumbá, por meio da Secretaria de Assistência Social, está acompanhando as instituições que trabalham com crianças e adolescentes. Hoje, estamos aqui junto com a Cidade Dom Bosco e também com o Caiji, duas instituições que organizam esta caminhada com nossas crianças e adolescentes para alertar toda a população de Corumbá sobre esse crime, que é a exploração sexual de crianças e adolescentes", disse a vice-prefeita.
A rotatória da esquina das ruas Dom Aquino e Marechal Deodoro recebeu o plantio da flor laranja, símbolo da campanha. Foto: Renê Marcio/PMCBia Cavassa ainda destacou que Corumbá conta com uma rede de proteção formada pelo Conselho Tutelar, pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e pelo próprio Disque 100. "O importante é não se calar, não ser cúmplice. É fundamental denunciar pelos canais oficiais e fortalecer os órgãos de proteção", completou.
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes é celebrado em 18 de maio, em referência ao caso de uma menina de 8 anos, de Vitória (ES), que nesta mesma data, em 1973, foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada. Seu corpo apareceu seis dias depois, carbonizado, e seus agressores nunca foram punidos. *Com informações da Assessoria da PMC
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