Evento será realizado entre os dias 18 e 22 de junho no Teatro Glauce Rocha e conta com grupos do Brasil, Bolívia e Paraguai.
(Foto: Divulgação)
Campo Grande será palco, entre os dias 18 e 22 de junho, da 9ª edição do Festival Internacional de Dança de Mato Grosso do Sul, considerado o maior do estado e reconhecido pelo Prêmio Onça Pintada. O evento acontecerá no Teatro Glauce Rocha e vai reunir 1.640 bailarinos de 180 grupos vindos de diversos estados brasileiros e também da Bolívia e do Paraguai.
Ao todo, participam representantes de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Distrito Federal, Goiás, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro. As apresentações contemplam nove estilos: Ballet Clássico de Repertório, Neoclássico, Clássico Livre, Jazz, Dança Contemporânea, Danças Populares, Danças Urbanas, Estilo Livre e Sapateado. As categorias variam conforme a faixa etária, sendo: infantil (7 a 9 anos), juvenil (10 a 12), júnior (13 a 15) e sênior (16 anos ou mais).
A professora e coreógrafa Neide Garrido, que está à frente da organização do evento, comemora mais uma edição do projeto que criou e que vem crescendo ano após ano. Com meio século de carreira na área da dança, ela destaca a importância do festival como instrumento de transformação e valorização artística.
“A dança é um instrumento poderoso de conexão, emoção e transformação, capaz de unir pessoas, despertar sentimentos e promover mudanças internas e externas. O festival foi criado para valorizar e promover a diversidade cultural, estimular a criatividade e o talento dos artistas locais, nacionais e internacionais, fortalecer a identidade regional por meio da expressão artística, incentivar o intercâmbio de experiências e conhecimentos entre diferentes estilos e tradições, além de proporcionar um espaço de convivência e inclusão contribuindo para o desenvolvimento cultural do estado e inspirando novas gerações a se envolverem e apreciarem a riqueza da dança como uma poderosa ferramenta de expressão, conexão e mudança”, afirma Neide.
O festival é dividido em duas frentes: a Mostra Comentada, onde os jurados avaliam as performances sem atribuir notas nem prêmios em dinheiro, e a Mostra Competitiva, com avaliação técnica e artística. Nessa segunda modalidade, os destaques recebem prêmios em dinheiro que somam R$ 30 mil, além do troféu Onça Pintada para o melhor grupo, reconhecimentos para os melhores bailarinos (categorias júnior e sênior), melhor grupo staff e melhor coreógrafo. Todos os participantes recebem certificados e têm a chance de concorrer a bolsas de estudos.
Além das apresentações noturnas, o festival conta com uma programação intensa durante o dia, com oficinas, cursos, ensaios e palestras conduzidas pelos jurados. Nesta edição, o corpo de jurados é formado por nove profissionais renomados da dança: Edy Wilson, Fernanda Frandsen, Tíndaro Silvano, Flávia Burlini, Gustavo Lopes, Fran Manson, Luana Espíndola, Fernando Lima e Alice Arja.
Ao todo, serão 35 apresentações por noite, todas com acesso ao público. Os ingressos estão disponíveis pela internet.
*Com informações da Assessoria de Comunicação.
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