A CPI do ônibus, na Capital, terá prazo de 120 dias, prorrogáveis por mais 60.
(Foto: Divulgação)
Enquanto o Partido dos Trabalhadores (PT) não define quem será o último integrante da CPI do Ônibus, os integrantes já definidos costuram a conquista dos cargos mais importantes. O Presidente da Comissão de Transporte e Trânsito e um dos autores de requerimento para CPI, Dr. Lívio (União) é o favorito para presidência da CPI.
Lívio já tem os votos necessários para chegar à presidência e outros dois vereadores podem ocupar a relatoria, função de extrema importância, responsável pelo relatório final da CPI.
Na Câmara, alguns vereadores defendem que Júnior Coringa (MDB) seja o relator, já que foi o primeiro a apresentar o pedido de CPI. Porém, Coringa também gostaria de assumir a presidência.
Outros dois vereadores estão dispostos a assumirem a relatoria: Ana Portela (PL) e Maicon Nogueira (PP).
Definida a comissão, cabe aos vereadores definirem presidente e relator, mas a presidência da Câmara está ajudando a construir um consenso. A ideia é apresentar todos os membros e definir presidente e secretário na sessão de amanhã.
Objetivo da CPI
A CPI terá prazo de 120 dias, prorrogáveis por mais 60. Após parecer da procuradoria da Câmara, ficou definido que a comissão terá como objetivo:
- Utilização de frota com idade média e máxima dentro do limite contratual e o estado de conservação dos veículos nos últimos cinco anos.
- Equilíbrio financeiro contratual após aplicação dos subsídios públicos concedidos pelo Executivo Municipal de Campo Grande à empresa concessionária.
- Fiscalização feita pela prefeitura, por meio da Agereg e Agetran, no TAG firmado com o Tribunal de Contas.
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