Levantamento aponta avanço de 3,79 pontos percentuais entre 2022 e 2024.
(Foto: Henrique Kawaminami)
Mato Grosso do Sul ampliou a participação da população nas classes A, B e C entre 2022 e 2024. Segundo estudo da FGV (Fundação Getulio Vargas), o percentual passou de 80,28% para 84,07%, um avanço de 3,79 pontos percentuais no período. O dado foi divulgado pelo governo federal e atribuído, principalmente, ao aumento da renda do trabalho e à integração de políticas públicas.
De acordo com o levantamento, entram nessas faixas as pessoas com renda familiar acima de quatro salários mínimos, patamar que inclui desde a chamada classe média até os estratos de maior renda. A pesquisa considera como classe A rendas acima de 20 salários mínimos, classe B entre 10 e 20, e classe C entre quatro e 10 salários mínimos.
Ao comentar os números, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou que os resultados indicam a eficácia das políticas voltadas à população de baixa renda. Segundo ele, famílias que antes estavam cadastradas em programas sociais teriam avançado para a classe média, impulsionadas por acesso a trabalho, educação e crédito.
No plano nacional, o mesmo estudo aponta que 17,4 milhões de pessoas deixaram a pobreza e passaram a integrar classes de maior renda no mesmo intervalo, o que representa crescimento de 8,44 pontos percentuais em todo o país.
O relatório associa esse movimento à combinação entre renda do trabalho e programas federais, como o Bolsa Família (Programa Bolsa Família) e o BPC (Benefício de Prestação Continuada), além de iniciativas de acesso à educação e ao crédito.
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