Famílias apostam em opções doces para surpreender convidados na virada.
(Foto: Welder Alexssander)
Com a chegada do Ano-Novo, a procura por doces artesanais para a ceia tem aumentado em Corumbá. A busca por sobremesas diferenciadas reflete o desejo de muitas famílias em surpreender convidados com opções criativas e saborosas na noite da virada.
À frente da WL Confeitaria, o confeiteiro Welder Alexssander De Pinho Leite confirma o aumento da demanda neste período. “A procura está bem alta. Muitas pessoas querem algo diferente para impressionar na ceia do Ano-Novo”, afirma. Segundo ele, além dos clientes já conhecidos, novos consumidores também passaram a procurar os produtos artesanais neste fim de ano.
Entre os doces mais vendidos, o tradicional pudim segue como destaque absoluto. “O pudim é o carro-chefe da loja”, explica Welder. Ele destaca ainda que novas versões têm conquistado espaço nas encomendas. “O pudim de café está saindo bastante, assim como o pavê de Ouro Branco, que virou uma novidade muito procurada”, comenta.
Pudins continuam como uma das sobremesas mais procuradas pelas famílias. Foto: Welder AlexssanderO confeiteiro conta que o aumento nas encomendas contribui para complementar a renda mensal, sem caracterizar apenas um ganho pontual. “Não vou dizer que é uma grana extra, mas é uma renda que vem para somar no mês”.
Apesar do bom movimento, Welder ressalta que o período também traz desafios, principalmente com o aumento dos custos. “Nossa matéria-prima sobe muito nessa época do ano. Por conta disso, precisamos reajustar um pouco os valores”. Ele reforça, no entanto, a preocupação em manter preços acessíveis. “Eu penso muito na condição financeira dos meus clientes”, comenta.
Welder Alexssander De Pinho Leite, da WL Confeitaria, produz doces artesanais em Corumbá. Foto: Welder AlexssanderSobre o perfil do público, as famílias lideram os pedidos para a ceia. “A grande procura é das famílias, pessoas que querem partilhar os doces com parentes”. Ainda assim, empresas também aparecem entre os clientes. “Recebi encomendas de algumas empresas para lembranças artesanais para os funcionários”, explica.
Mesmo com a definição de prazos, o último dia do ano costuma fugir do planejamento. “Sempre estipulo uma data, mas hoje ainda aparece gente pedindo. Se estiver no meu alcance, eu faço de tudo para atender.”
Para o fechamento de 2025, a postura é de cautela. “Eu deixo acontecer. A vida de um vendedor é cheia de surpresas. Às vezes tem muita encomenda, outras vezes menos. Faz parte.”, finaliza.
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