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Sinfonia da Sobrevivência: documentário vai retratar as queimadas de 2020 no Pantanal

O documentário é produzido de forma independente e teve algumas cenas adiantadas na novela Pantanal

06 agosto 2022 - 08h11Gabrielle Tavares do CG News

Em 2020, as queimadas que atingiram o Pantanal queimaram cerca de 4 milhões de hectares e destruíram 26% do bioma. A tragédia ganhou repercussão nacional e internacional, o que motivou o documentarista Michel Coeli a produzir um longa sobre o assunto. 

Produzido de forma totalmente independente, "Sinfonia da Sobrevivência" está sendo finalizado e será lançado em breve, mas a data de lançamento ainda não foi divulgada.   

Algumas cenas do documentário já foram adiantas na novela Pantanal, quando a dramaturgia implementou o problema anual dos incêndios na história.   

"Feliz por contribuir com a novela e poder ajudar contar essa história que foi e é muito dramática", publicou Coeli em seu Instagram.   

No site de divulgação, o documentarista explica que foi testemunha imersiva da luta dos animais por sobrevivência em busca de água e comida após os incêndios.   

"Sinfonia da Sobrevivência é um documentário necessário e urgente, que propõe ao espectador uma reflexão sobre a nossa relação com o meio ambiente, em especial ao Pantanal e seu ecossistema, os grandes personagens do filme", detalha. 

Por fim, Coeli detalha que mesmo a preservação da natureza sendo uma pauta importante, as florestas, rios e animais ainda sofrem com a exploração humana.   

Pantanal - A estação úmida do bioma, que conecta lagoas e forma ampla área alagada, costuma ocorrer entre os meses de outubro e março, enquanto a seca se estende de abril a setembro.   

De janeiro a julho, o Pantanal já perdeu mais área por incêndios que no mesmo período, no ano passado. O aumento no território queimado foi de aproximadamente 29%, de 99,5 mil para 128,9 mil hectares, segundo o Lasa (Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).   

Em 2021, os Ministérios Públicos de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul apontaram que a maior parte (60%) das queimadas no bioma, que resultaram em "impactos incalculáveis à biodiversidade, à saúde humana e à economia", têm como principal hipótese uma ligação com atividades agropastoris. 

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