Menu
quinta, 25 de fevereiro de 2021
Andorinha Fevereiro
Andorinha Fevereiro
Geral

Sete estados já pediram apoio federal para combater incêndios

25 agosto 2019 - 13h47Agência Brasil

Um despacho do presidente Jair Bolsonaro, publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) neste domingo (25), autorizou o emprego das Forças Armadas no combate aos incêndios florestais no Acre, Mato Grosso e Amazonas. Com isso, são sete os estados que solicitaram apoio federal nas operações, já que Roraima, Rondônia, Tocantins e Pará haviam feito o pedido desde a última sexta-feira (23), quando o presidente assinou o decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) que permite a atuação dos militares da União. A medida vale para áreas de fronteira, terras indígenas, em unidades federais de conservação ambiental e outras áreas da Amazônia Legal

Segundo o texto, o emprego dos militares será autorizado apenas mediante requerimento do governador de cada estado da região. A Amazônia Legal é um território que abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, de Rondônia, Roraima e parte dos estados de Mato Grosso, do Tocantins e do Maranhão. 

Ontem (24), o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, afirmou que cerca 44 mil militares das Forças Armadas estão continuamente na Região Amazônica e poderão ser empregados nas operações.

Já o Ministério da Economia informou hoje (25), em nota ter aprovado o descontingenciamento imediato R$ 38,5 milhões do orçamento da Defesa para custear os trabalhos de combate aos incêndios conduzidos pelas Forças Armadas.

Aviões em operação

A Força Aérea Brasileira (FAB) está empregando, desde ontem (24), duas aeronaves C-130 Hércules no combate aos focos de incêndio na Amazônia. Os aviões são operados pelo Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte e têm usado o aeroporto de Porto Velho como base.

As aeronaves são equipadas com o sistema chamado MAFFS (Modular Airborne Fire Fighting System, em inglês). O equipamento é composto por cinco tanques de água e dois tubos que se projetam pela porta traseira do avião, podendo carregar até 12 mil litros de água. Para realizar a missão, a aeronave tem que sobrevoar a área do incêndio a uma altura de 150 pés (aproximadamente 46 metros de altura), segundo a FAB. O lançamento, por meio de pressão, dura sete segundos e a própria inércia se encarrega de espalhar o líquido sobre o fogo, por uma linha de 500 metros. Após despejar a água, o avião retorna para a capital de Rondônia, ponto de apoio, onde recebe um novo carregamento.

Deixe seu Comentário

Leia Também

ECONOMIA
Arrecadação de impostos em janeiro somou R$ 180,221 bilhões
SAÚDE
Processo seletivo que seleciona médicos plantonistas tem inscrições abertas
BOLETIM COVID
MS passa a registrar 3.270 óbitos por coronavírus
GERAL
Thronicke considera uma vitória aprovação de projeto que facilita compra de vacinas anti-Covid
GERAL
Na final do Brasileirão, GFI interdita Avenida General Rondon
ESPORTE
Flamengo visita São Paulo em busca de título do Brasileiro
GERAL
Homem é alvejado por disparos de arma de fogo na Codrasa
CAPACITAÇÃO
Cassems realiza curso para implantação de UTI em Corumbá
POLICIAL
Policia Federal cumpre mandados de busca e apreensão na Capital
GERAL
Vereador pede a criação de novas sedes do Conselho Tutelar de Corumbá

Mais Lidas

POLICIAL
Caminhão de fundo falso é apreendido com 600 kg de maconha
NA BR 262
Após fuga, carro roubado afunda em área alagada e condutor desaparece
EDUCAÇÃO
Aulas nas escolas da REME de Corumbá começam em 1° de março com atividades não presenciais
POLICIAL
PRF apreende carro roubado na BR 262 e motorista foge