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Senadora critica inquérito da fake News e propõe impeachment de Moraes

22 junho 2020 - 10h49Site O Jacaré

A senadora Soraya Thronicke (PSL) reagiu ao avanço do inquérito da fake news no Supremo Tribunal Federal e defendeu o impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Ele é o relator do processo que vem incomodando os principais aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), acusados de propagar notícias falsas por meio do famoso gabinete do ódio. A investigação acabou validada pelo placar de 10 a 1 na última quinta-feira (18).

Na semana passada, a parlamentar postou várias críticas à investigação aberta em março do ano passado por determinação do presidente do STF, ministro Dias Toffoli. No entanto, a temperatura subiu nos últimos dias com o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra deputados, empresários e blogueiros acusados de divulgar mentiras para dar respaldo ao presidente da República.

“Este inquérito das fakenews que tramita no STF é uma aberração jurídica. É inconcebível a instauração por quem vai julgar e executar! É uma ruptura com a ciência jurídica, com o papel do magistrado, com a democracia. O @Senado Federal tem o DEVER de agir!”, tuitou Soraya, recebendo apoio de várias internautas.

“Nada justifica a atitude do STF, pois já temos instrumentos jurídicos para utilizar quando nos sentimos ameaçados, caluniados, injuriados ou difamados. Tampouco há q se falar em inércia do MP, porque no caso é possível ajuizar ação criminal e/ou indenizatória s/ a participação do Parquet”, afirmou.

Postagem teve o apoio de Carla Zambelli, investigada no inquérito da Fake News. Foto: Reprodução

Neste domingo, Soraya subiu o tom em relação ao relator do processo da fake news. “Irei assinar o impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Não só como cidadã, mas como profissional do direito, não posso aceitar essa aberração jurídica que o inquérito da fake news”, propôs a senadora. Ela já assinou a CPI da Lava Toga, para investigar ministros do Supremo, mas que acabou engavetada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM).

A decisão de elevar a pressão sobre o Supremo ocorre logo após a corte validar, pelo placar de 10 a 1, o inquérito da fake news conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes. Um dos investigados é o polêmico ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, que defendeu a prisão dos vagabundos, começando pelos 11 ministros do STF.

O ministro Alexandre de Moraes é o relator do processo polêmico por dispensar o aval do Ministério Público. Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF 

A investigação vem causando polêmica desde o início porque acabou sendo aberta por determinação do Supremo sem o aval do Ministério Público Federal. A então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, chegou a se manifestar pelo arquivamento do inquérito.

No entanto, neste ano, a investigação ganhou os holofotes com o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra blogueiros, empresários e deputados da extrema direita. Um dos alvos foi Luciano Hang, dono da Havan.

Não é a primeira vez que Soraya compra briga com o Poder Judiciário. No ano passado, ela foi uma das signatárias da CPI da Lava Toga. Os outros dois senadores do Estado, Nelsinho Trad (PSD) e Simone Tebet (MDB), não apoiaram a abertura de investigação, que acabou arquivado pelo presidente do Senado.

 

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