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Parceria entre Prefeitura e Marinha garante assistência aos ribeirinhos

03 março 2016 - 15h12Sylma Lima
Realizado pela Prefeitura de Corumbá para levar atendimento médico, dentário, social e educacional para os moradores das regiões isoladas do Pantanal corumbaense, o Programa Social Povo das Águas retorna em março e desta vez em parceria com a Marinha do brasil que vai levar a tripulação no navio Nash Maximiano até as regiões mais distante do Pantanal Sul Mato-grossense. Segundo o prefeito Paulo Duarte essa união de esforços é inédita em todo país e tem o objetivo de reduzir custos, já que ambos fazem o esmo trabalho durante o ano inteiro, “em três anos já fizemos trinta ações. Até ano passado a prefeitura ia para um lado e Marinha para outro gerando custos altíssimos e devido à crise eu tomei a iniciativa de procurar a Marinha e propor a parceria, porque esse é um serviço que não pode parar. Nessa edição de Março, vamos fazer mais com menos. E com certeza vai melhorar o atendimento dos ribeirinhos, pois é uma ação de forma integrada e não isolada.  Essas pessoas , devido a dificuldade de acesso e distancia  tem muitos problemas, fator que inviabiliza a vinda até a cidade, e temos conhecimentos de suas carências e necessidades, por isso a ação será diferente, e muito mais abrangente”. A primeira edição do mês de Março vai atender os ribeirinhos da região do Taquari, do local conhecido como Corixão até o Porto Sairu, na colônia do Bracinho.Outras regiões que terão atendimento também são:  (de Domingos Ramos até o Porto Novo Horizonte, na divisa com o Mato Grosso) e Baixa (do Porto Formigueiro até o Forte Coimbra) do Pantanal. Cada uma das três regiões da zona ribeirinha receberá o Programa Social três vezes ao longo de todo o ano. A estimativa é atender mais de 800 famílias.Empresários também do turismo também participam da parceria ajudando com alojamento, alimentação e logística aos tripulantes da embarcação . Este é o caso da empresária Odila Maria Silveira Gonçalves que atua desde o início do projeto, “cedo apartamento do meu hotel para os médicos, enfermeiros, dentistas e toda tripulação. O objetivo é ajudar ao povo da nossa comunidade que é muito carente desses serviços. Na última ação foi atendido mais de cem pessoas, e maior procura é por médicos e dentistas. O povo não tem condição de vir até a cidade” , disse explicando que na região são mais de 30 famílias, “ e o prefeito desde o início de sua gestão tem mantido o projeto e agora com ajuda da Marinha vai ficar melhor ainda” , disse Odila ao Capital do Pantanal. O Programa é coordenado pela Secretaria Municipal de Governo e conta com a participação de profissionais das secretarias de saúde, Educação, Assistência Social, Produção Rural, Meio Ambiente e da Defesa Civil. A Prefeitura também atuou na parte preventiva da saúde dos habitantes tradicionais da planície pantaneira. Mais de 30 mulheres realizaram exames preventivos do câncer do colo do útero, e quase 40 palestras sobre Educação em Saúde também foram levadas às famílias ribeirinhas. Trabalho semelhante foi desenvolvido pela equipe do CAPS ad, que focou no abuso do álcool e drogas. As crianças ribeirinhas também receberam atenção especial da Prefeitura no ano passado. Durante as ações, quase 2 mil brinquedos foram entregues aos pequenos corumbaenses. Técnicas da Secretaria de Educação realizaram atividades lúdicas que auxiliaram no desenvolvimento cultural, motor e social das jovens e adolescentes. Cheia  O volume pluviométrico das águas já mostra que o ano será de cheia no Pantanal. Como se trata da maior planície alagável do planeta e suas características são os ciclos de cheia e seca ,que se revezam entre as duas estação predominantes na região. As chuvas começaram a cair em Dezembro e não deu trégua. Como resultado surge o velho problema da volta as aulas e a dificuldade do acesso as unidades educacionais devido ao alagamento. Quanto a esta situação o prefeito disse que os reflexos já são sentidos e por isso já está tomando as providencias necessárias no sentido de não prejudicar o ano letivo das crianças, “podem ficar tranquilos que todos vão estudar. Esse é um problema sério, mas não podemos lutar contra a natureza, entretanto todos os ribeirinhos terão acesso à educação” .

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