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Programa que investiu R$ 750 milhões na conclusão de obras é exemplo, diz Migliori

06 fevereiro 2018 - 12h53Assessoria de imprensa

Ao anunciar o fechamento de contrato com as empresas que vão concluir o Aquário do Pantanal, o secretário de Infraestrutura do Governo do Estado, engenheiro Marcelo Miglioli, disse que o Programa Obra Inacabada Zero já investiu mais de R$ 750 milhões na conclusão de 208 estruturas físicas e que “deveria ser um exemplo para todos os governos que têm responsabilidade com a aplicação do dinheiro público”.

“Nós temos que terminar o Aquário, porque se não investirmos R$ 39 milhões que faltam, vamos perder os outros R$ 180 que já foram aplicados na obra”, defendeu Miglioli em entrevista a uma emissora de rádio, em Campo Grande.

O secretário assinalou que o governo precisou resolver uma questão legal importante antes de terminar o Aquário, chegando a um acordo com o Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público para poder contratar empresas sem licitação e investir na conclusão da obra. Agora uma lei precisará ser aprovada pela Assembleia Legislativa autorizando, como já aconteceu no passado, a aplicação de recursos provenientes da compensação ambiental na obra do Aquário.

A meta é entregar em 2018 a estrutura física do Aquário, porque já foi pactuado o preço e o prazo com as empresas. “Vamos fazer engenharia, está tudo bem planejado e acreditamos que vai dar tudo certo”, afirma Miglioli, destacando que terminar obras inacabadas “um legado que demonstra respeito ao dinheiro que não é nosso, mas é da população”. Miglioli diz que a obra que “dá mais prejuízo para o erário é aquela que começa e não termina”.

Zero – Desde que assumiu o governador Reinaldo Azambuja tem se determinado a concluir todas as 215 obras inacabadas deixadas pelos seus antecessores. Até agora já aplicou mais de R$ 750 milhões em pelo menos 208 obras. Dentre as obras ainda não concluídas, duas estão em execução: a pavimentação das rodovias Passo do Curê (MS-178/BR 267) e da MS-382 (centro de Bonito-Gruta do Lago Azul). Os três presídios em construção em Campo Grande aguardam recursos federais para terem sequência, bem como o segundo trecho da MS-382 (Bonito-Serra da Bodoquena).

Os hospitais regionais de Dourados e Três Lagoas tiveram seus projetos refeitos e fazem parte do programa de Governo de Reinaldo Azambuja, dentro do plano de estruturação e regionalização da saúde em Mato Grosso do Sul. Obras de saneamento iniciadas há pelo menos cinco anos, como em Corumbá, foram retomadas em 2015. O Hospital do Trauma, em Campo Grande, iniciado há duas décadas, será concluído e equipado pelo Estado. Também foi concluída a sede da UEMS em Campo Grande, dentre centenas de outras obras espalhadas na Capital e nos municípios.

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