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Professor é condenado a mais de 66 anos por estuprar e matar Kauan

29 junho 2018 - 09h22Campo Grande News

Um ano após a morte do menino Kauan Andrade Soares dos Santos, a Justiça proferiu sentença contra o professor Deivid Almeida Lopes. No total, são 66 anos e 2 meses de prisão em regime fechado. O réu não chegou a ser submetido a júri popular. A decisão foi tomada em gabinete pelo juiz da 7ª Vara Criminal, Marcelo Ivo de Oliveira, e anunciada na tarde de hoje, com base na analise das provas reunidas durante o processo.

O réu foi condenado a 22 anos e 3 meses pelo caso de Kauan, o que inclui os crimes de vilipêndio de cadáver e ocultação de cadáver. Também a 18 anos e 8 meses por 2 estupros de vulneráveis, a 24 anos e 3 meses por 5 casos de exploração sexual de adolescentes e a 1 ano de prisão por possuir material de cunho pornográfico, além de 15 dias por importunação ofensiva.

O juiz explicou que a última audiência do caso ocorreu em janeiro. A sentença é de primeiro grau, mas Deivid não pode apelar em liberdade. Ele está preso desde o dia 21 de julho de 2017. Durante o processo, foram ouvidas 18 testemunhas de acusação e 5 de defesa.

“São vários laudos que mostravam que havia sangue na casa do acusado, no colchão, no travesseiro, sangue no facão encontrado, era sangue humano masculino, não deu pra descobrir porque era pouco sangue. Tinha sangue no porta malas do veículo e no tapete da casa dele, e comparando com o sangue da mãe, mostrou que era de um dos filhos dela. E havia também dois adolescente que confirmaram o abuso e o crime do Kauan”, justificou o juiz.

O caso – Kauan desapareceu em junho de 2017. Conforme relato de quatro adolescentes, com idades entre 14 de 16 anos, principais testemunhas do crime, o menino foi violentado, antes e depois da morte, e esquartejado por Deivid no dia 25 de junho do ano passado.

Os garotos, que revelaram também serem estuprados com frequência pelo professor e que recebiam valores entre R$ 5 e R$ 15 para praticarem sexo com o acusado.

Os adolescentes contaram ainda à polícia que foram obrigados a praticar necrofilia (sexo com cadáver) e testemunharam o indiciado esquartejar o corpo de Kauan. Os restos mortais do menino teriam sido espalhados pelo rio Anhanduí. “Por isso, a possibilidade de encontrar alguma coisa é remota”, chegou a dizer o delegado responsável pelo caso, Paulo Sérgio Lauretto.

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