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Para presidente do Compem, Congresso da Micro e Pequena Indústria orienta empresários

23 maio 2016 - 15h22Redação
Ao participar nesta segunda-feira (23/05) da abertura do 11º Congresso da Micro e Pequena Indústria (MPI), realizado pela Fiesp, em São Paulo (SP), o presidente do Compem (Conselho Temático Permanente da Micro e Pequena Empresa Industrial) da Fiems, José Francisco Veloso Ribeiro, destacou que, dentro da conjuntura atual da economia brasileira, o evento vem em um momento importante para os proprietários de micro e pequenas indústrias. “O Congresso abordou os novos modelos de negócios, a inovação e a questão de engajar as pessoas nos projetos de cada empresa. Também serviu para reorientar os empresários dentro da atual conjuntura econômica nacional, bem como analisar os reflexos da alta do dólar sobre os preços dos nossos produtos”, declarou José Francisco Veloso, completando que todas as ações que visam buscar novos mercados são bem-vindas. “Hoje, as empresas têm de analisar as melhores estratégias para se chegar até os clientes”, reforçou. Já o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, destacou o trabalho das empresas de menor porte no País e apontou a necessidade de maior oferta de crédito e da ampliação do limite de faturamento para a adesão ao Simples. “O Congresso é um evento que traz resultados concretos, abordando a inovação, comércio exterior, comunicação e marketing”, pontuou, acrescentando que outro ponto fundamental é o crédito. “Nós temos que estimular ainda mais essas parcerias com as instituições para levar o crédito para as micro e pequenas empresas, pois, não adianta ficar curtindo dificuldades e crises, o Brasil passou e está passando por um momento delicado, mas o País é maior que tudo isso. O mundo inteiro acredita é no Brasil, não nos governos”, afirmou Paulo Skaf. Ele afirmou ainda estar em contato com empresários nacionais e do exterior que estariam esperando apenas a situação do país se estabilizar para voltar a investir. “Nesse cenário de mais estabilidade, a ideia é ser radical em relação ao aumento de impostos. Os impostos recolhidos são mal aplicados, os serviços públicos são ruins e há muito desperdício”, explicou. “Quando há excesso de impostos, há excesso de desperdício”, acrescentou. A ampliação da faixa do Simples também foi destacada. Com a sugestão de aumento dos atuais R$ 3,6 milhões de receita bruta anual para R$ 7,2 milhões para enquadramento no sistema simplificado de pagamento de impostos. “Mas, se for possível aprovar os R$ 4,8 milhões de forma escalonada, é melhor do que ficar nos R$ 3,6 milhões”, disse Skaf. “Depois começaremos uma batalha para chegar aos R$ 7,2 milhões, depois aos R$ 9 milhões e assim por diante”, finalizou o presidente da Fiesp.

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