Menu
terça, 09 de março de 2021
Andorinha Fevereiro
Andorinha Fevereiro
Geral

No acumulado, FPM cai 37% e acende sinal de alerta das prefeituras

16 junho 2016 - 08h38Sylma Lima
A previsão de queda no repasse do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) no acumulado nos meses de junho e julho em relação a maio acendeu o sinal de alerta das prefeituras de Mato Grosso do Sul. Baseada em projeções da STN (Secretaria do Tesouro Nacional), a Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) calcula uma queda de 37% no acumulado desses meses. A queda representa um repasse a menor de mais de R$ 34 milhões para divisão proporcional entre as 79 prefeituras do Estado, fato que preocupa ainda mais os gestores públicos diante da crise econômica do momento. A retração da transferência constitucional nesses dois meses do ano,no entanto, deve-se a restituição do Imposto de Renda, que é um dos itens que compõem o FPM juntamente com o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Diante disso, o presidente em exercício da Assomasul e prefeito de Inocência, Antônio Ângelo (DEM), o Toninho da Cofapi, adverte para a contenção de gastos com cautela inclusive nos investimentos. De acordo com comparativo divulgado pela entidade, o FPM de maio fechou em R$ 101.342.215,07 ante o repasse previsto para junho de R$ 77.000.367,51, o que já representa uma diferença negativa de R$ 24.341.848,19. O repasse previsto para julho é de apenas R$ 66.990.319,73.  Ainda segundo o comparativo, a diferença de junho para mês seguinte será menos 23%, o que representa R$ 10.010.047, 78, caso os números da STN se confirmem. RESTRIÇÕES A diretoria da Assomasul já havia alertado que os municípios não suportam mais nenhuma diferença a menor na receita porque já operam no vermelho há muito tempo em decorrência de uma série de fatores da política nacional. A entidade lamenta as previsões negativas dizendo que, não bastassem as perdas com a arrecadação, os municípios enfrentam dificuldades e atrasos nos pagamentos dos convênios firmados com o governos federal para a realização de investimentos e custeio. Por causa desse cenário econômico, muitos prefeitos estão diminuindo despesas, adotando, por exemplo, turno único, corte de horas extras e até paralisando investimentos em suas cidades, isso porque a meta agora é fechar as contas. Outra grande preocupação dos gestores é com o período da campanha eleitoral que restringe uma série de investimentos, inclusive impedindo inauguração de obras. (Willams Araújo De Campo Grande)    

Deixe seu Comentário

Leia Também

BOLETIM COVID
SES registra mais 25 mortes por covid e MS chega a 3.469 óbitos
ESPORTE
Estadual de Futebol 2021: Jogos do grupo B terminam empatados em 1 a 1 neste domingo
MULHERES
Reinaldo Azambuja assina decretos que fortalecem políticas públicas para as mulheres
EDUCAÇÃO
Inep publica resultado das análises de recursos do Revalida
PROCESSO SELETIVO
Funsau abre processo seletivo para contratação de agente de farmácia, farmacêutico e médico
CRIME DE RECEPTAÇÃO
Homem vai para a delegacia por conduzir na BR 262 veículo roubado
POLICIAL
Homem é preso por receptação e apreende moto furtada no bairro Vila Mamona
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Na linha de frente, mulheres fazem gestão de excelência no combate da pandemia da Covid-19
POLICIAL
PM prende homem com mandado de prisão durante rondas no bairro Vila Guarani
POLICIAL
PM de Corumbá recupera motocicleta roubada minutos após o crime no bairro Popular Nova

Mais Lidas

POLICIAL
PM de Corumbá recupera motocicleta roubada minutos após o crime no bairro Popular Nova
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Mulheres da Saúde: Do lar para a rotina desafiadora dos hospitais e consultórios
GOLPE DE LOCADORA
Na BR 262 policiais apreendem quatro veículos de "golpe de locadora"
POLICIAL
Homem é preso por dirigir sob efeito de álcool, desobediência, desacato e ameaça