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Na Fiems, empresários conhecem tecnologia que facilita e reduz custos de exportação

29 maio 2018 - 09h15Kamilla Marques

Exportar é uma maneira de aumentar as vendas, expandir os negócios e diversificar os clientes da empresa. E para ter mais poder competitivo no mercado internacional e oferecer melhores preços, é fundamental buscar os meios mais viáveis para exportar. Foi pensando em apresentar estes meios que o CIN (Centro Internacional de Negócios) do IEL promoveu, nesta segunda-feira (28/05), duas palestras sobre tecnologias e inovações na exportação, em um evento que integrou a programação de “Maio – Mês da Indústria”.

No auditório da Casa da Indústria, em Campo Grande (MS), empresários do Estado que já exportam ou estão interessados em exportar conheceram os serviços que o CIN oferece, além de uma tecnologia que pode facilitar o processo. “A tecnologia avança em várias áreas e, agora, conhecer como ela também pode ajudar as empresas no processo de exportação é algo bastante importante. A ideia do IEL e do CIN, ao promover este evento, é justamente levar mais capacitação ao empresário, para que ele possa exportar e ampliar seu horizonte de negócios”, afirmou o superintendente do IEL, José Fernando Amaral.

A gerente do CIN, Nathalia Alves, falou aos empresários que o centro está à disposição para apresentar o “caminho das pedras” da exportação a todos aqueles que estejam interessados em vender no mercado externo. “Mostramos, desde os primeiros passos, como entrar de forma segura e bem-sucedida em mercados globais cada vez mais competitivos, por meio de uma rede de apoio estruturada para exportação”, acrescentou.

Primeiro palestrante da noite, o CEO da empresa D2P, Paul Eric Schabel, que desenvolveu uma plataforma apresentada por ele como “o Waze da exportação”. “Hoje, qualquer indústria precisa ter acesso a níveis de informação de preço que ele nunca teve. Isso é fascinante, porque ele consegue se dedicar a aquilo que ele faz bem, que é produzir o que é que seja”, disse, durante a palestra.

A analogia da D2P com o Waze refere-se ao aplicativo para smartphones que, alimentado com informações dos próprios usuários, aponta os melhores trajetos, considerando tráfego, distância, tempo de percurso, entre outros. “A D2P funciona, basicamente, da mesma forma, mas levando em conta qual a melhor rota para a mercadoria do exportador passar, considerando custos, prazo de entrega. É uma forma de aplicar melhor gestão ao processo, tornando-o menos dispendioso e otimizável”, explicou o CEO da D2P.

Especialista de políticas e indústria da gerência-executiva de assuntos internacionais da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Felipe Luís Ody Spaniol, fez uma análise sobre a evolução do comércio exterior brasileiro e sobre a evolução de plataformas de exportação, destacando a importância das novas tecnologias e tendências para o setor. “Os serviços da Rede CIN, que estão disponíveis também em Mato Grosso do Sul, podem auxiliar as indústrias do Estado na internacionalização, como inteligência comercial, que são estudos de mercado, documentos de comércio exterior e promoção comercial”, declarou.

Durante o evento, as casas que compõem o Sistema Fiems – Sesi, Senai e IEL – apresentaram aos empresários presentes o portfólio de serviços e soluções disponibilizados para atender às necessidades do setor do Estado. O Senai Empresa promoveu para os empresários presentes e alunos da FatecSenai um mini workshop com o tema "Indústria 4.0", demonstrando todas as etapas da 4ª evolução industrial.

O Sesi apresentou soluções na área de Saúde e Segurança do Trabalho e de Educação Continuada e Corporativa, enquanto o Senai reuniu os cursos de Educação Profissional e de Ensino Superior da Faculdade de Tecnologia de Campo Grande, bem como da Escola da Construção. O IEL, além do portfólio do CIN, apresentou os cursos da área de gestão empresarial e serviços da área de desenvolvimento de carreiras.

Empresários

Interessado no mercado internacional, o empresário Marcos Augusto Costa, que atua no segmento de autopeças na Capital, assistiu às palestras “em busca de entender qual a porta de entrada para o mercado externo”, disse ele. “Acredito que não podemos nunca nos acomodarmos. Temos uma vantagem muito grande pelo fato de estarmos próximos ao Paraguai, Bolívia, e outros países do Mercosul, então não podemos deixar passar essa oportunidade de crescer no comércio exterior”, disse.

Erivelto Castelão, da BR Par Sementes, também participou do evento em busca de mais informações sobre o mercado externo. “Quando se fala em exportar logo vem à cabeça uma série de burocracias e o que ouvimos aqui é que o processo pode ser facilitado, sem formos bem orientados”, disse.

Acadêmico do curso superior de Processos Gerenciais da FatecSenai Campo Grande, Nilton Oliveira avaliou que a palestra foi um importante complemento ao conteúdo aplicado em sala de aula. “Estamos nos preparando para o mercado de trabalho para atuar na parte de gerenciamento de processos, e é importante saber um direcionamento caso a empresa queira exportar”, pontuou.

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