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MS mantém a terceira menor taxa de desocupação do país

13 agosto 2022 - 08h37Redação

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE (Instituto Nacional de Geografia e Estatística), apontam que Mato Grosso do Sul, no primeiro trimestre de 2022, tinha 2,17 milhões de pessoas em idade de trabalhar. Destas, 1,4 milhão estavam na força de trabalho, sendo que 1,3 milhão estavam ocupadas e 75 mil desocupadas. O nível de ocupação foi estimado em 62,9%, representando um aumento de 2,1p.p em relação ao trimestre anterior e de 3,9p.p. em relação ao mesmo período do ano passado. 

A taxa de desocupação em MS no 2º trimestre de 2022 foi estimada em 5,2%. Esse valor representa uma variação de -1,3p.p. em relação ao trimestre imediatamente anterior e de -4,7p.p. em relação ao mesmo período do ano passado. 

Se comparado aos outros estados, MS permanece com a 3ª menor taxa de desocupação, ficando atrás somente de Santa Catarina (3,9%) e Mato Grosso (4,4%). O maior valor foi verificado na Bahia (15,5%). 

A população fora da força de trabalho, que não estava nem ocupada nem desocupada na semana de referência, foi estimada em 731 mil, uma queda de 3% quando comparada com o trimestre imediatamente anterior (754 mil). Frente ao mesmo período de 2021, a variável apresentou estabilidade. 

No Brasil, a taxa de desocupação no 2° trimestre de 2022 foi de 9,3%, representando uma variação de - 4,9p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior e de -1,8p.p. em relação ao trimestre imediatamente anterior. 

Considerados desalentados diminuem 49,1% em relação ao mesmo trimestre do ano passado  

No estado, a estimativa de pessoas desalentadas (em relação à população na força de trabalho potencial ou desalentada), no 2º trimestre de 2022, foi de 22 mil, o que representa uma variação de -12,7% na comparação com o trimestre imediatamente anterior (25 mil) e de -49,1% em relação ao mesmo trimestre do ano passado (43 mil). 

Carteiras assinadas  

O estado de MS tem 977 mil pessoas com carteira assinada. Destes, 680 mil estão no setor privado, 205 mil no setor público e 92 mil trabalhadores domésticos. Tratando-se de empregados no setor privado, o número variou em 108 mil pessoas, ou seja, aumento de 18,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O número das pessoas, ainda no setor privado, sem carteira de trabalho assinada foi estimado em 161 mil, variando em 32 mil pessoas, correspondendo a um aumento de 24,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em relação ao trimestre anterior, nesse último quesito mencionado, houve aumento de 4,3%, o equivalente a 7 mil pessoas. Para as pessoas com carteira de trabalho no setor privado, houve crescimento de 76 mil pessoas (17,1%) se comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, e estabilidade em relação ao trimestre anterior (2,3%). 

No setor público, analisando a variação entre o 1º trimestre de 2022 e 2º trimestre de 2022, houve queda de 6,8% entre as pessoas com carteira. Em relação ao mesmo período do ano anterior, a redução foi de 4,2%. Dentre as pessoas sem carteira, ainda no setor público, houve aumento de 25,1% e entre os militares e funcionários públicos estatutários também houve aumento de 10,1%, ambos na comparação com o trimestre imediatamente anterior. 

Nos indicadores para os trabalhadores domésticos foram observados quedas tanto em relação ao trimestre anterior (-3,7%), quanto ao mesmo período de 2021 (-6,5%). Entre os trabalhadores domésticos com carteira, em relação ao mesmo trimestre de 2021, houve queda de 10,1%, todavia estabilidade se comparado ao 1o trimestre de 2022. Entre os trabalhadores domésticos sem carteira, houve queda em reação ao trimestre anterior (-5,1%) e ao 2o trimestre de 2021 (-5,0%). 

Entre as pessoas que trabalhavam como trabalhador familiar auxiliar (7 mil), observou-se queda no trimestre anterior (-26,8%) e no mesmo trimestre de 2021 (-53,5%). 

Taxa de Informalidade se mantém estável em MS, e continua como a 6a menor do país 

A taxa de informalidade do MS para o 2° trimestre de 2022 ficou em 34,3%, o que representa, em números absolutos, 470 mil trabalhadores. Desta forma, MS apresenta a 6a menor taxa de informalidade em comparação com as demais Unidades da Federação (UFs). As maiores taxas ficaram com Pará (61,8%), Maranhão (59,4%) e Amazonas (57,7%) e as menores com Santa Catarina (27,2%), São Paulo (31,1%) e Distrito Federal (31,2%). A taxa de informalidade para o Brasil foi de 40,0% da população ocupada. 

População ocupada como empregador aumenta 8,6% em MS 

Em Mato Grosso do Sul, a população ocupada trabalhando por conta própria no 2o trimestre de 2022 era de 300 mil, o que significa uma variação positiva de 6,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior (292 mil) e uma variação de -0,3% em relação ao mesmo trimestre do ano passado (310 mil). 

A população ocupada no 2o trimestre de 2022 como empregador era de 75 mil, o que demonstra um aumento de 8,6% em relação ao trimestre imediatamente anterior (69 mil) e de 5% em relação ao mesmo trimestre de 2021 (72 mil). 

No total, em relação às pessoas ocupadas como empregadores e por conta própria, apenas 149 mil possuíam empreendimentos registrados no CNPJ. No 2o trimestre de 2022, o maior índice percentual de trabalhadores com CNPJ pertencia aos ocupados como empregadores, visto que 76% deles possuíam o cadastro. Na contramão, apenas 29,7% dos trabalhadores por conta própria possuíam CNPJ em MS. 

Em Mato Grosso do Sul, rendimento médio se mantém estável 

Para o 2º trimestre de 2022, o rendimento médio real habitual advindo de todos os trabalhos no estado ficou em R$ 2.899,00. O número é considerado estável em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 2.827,00). O gráfico abaixo compara a variação dos rendimentos com o IPCA. 

Considerando-se o rendimento de todos os trabalhos, MS tem o 7° maior rendimento médio habitualmente recebido (R$ 2.899), na comparação com as demais Unidades da Federação. O maior valor registrado é o do DF (R$4.446), seguido de SP (R$3.248). O menor valor foi encontrado no MA (R$1.654), seguido de BA (R$1.711). 

 

* Informações do IBGE

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