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MPF ratifica pedido de Odilon à PF para ser investigado

19 setembro 2018 - 10h10assessoria de imprensa

O MPF (Ministério Público Federal) ratificou o pedido do candidato ao governo do Estado, juiz Odilon de Oliveira, encaminhado, no último dia 4 de setembro, à Superintendência da Polícia Federal de Campo Grande para abertura de inquérito sobre as acusações do ex-servidor Jedeão de Oliveira, que responde a processo por desvio de recursos da Justiça Federal.

Na solicitação do MPF, encaminhada à Polícia Federal no dia 5 de setembro, o procurador Marcos Nassar destaca o fato de o órgão não ter aceito a colaboração premiada do ex-servidor por não haver provas concretas para elucidação dos delitos noticiados contra o juiz Odilon. “A impossibilidade de celebração do acordo de colaboração premiada foi comunicada ao advogado do declarante ainda no mês de julho de 2018”, relata o MPF.

No entanto, o procurador considera, diante da “gravidade” dos relatos do ex-servidor, ser necessário a “averiguação preliminar” pela Polícia Federal, para a “viabilidade de concreta apuração dos fatos retratados” pelo ex-servidor, que é réu em ação penal e diversas ações de improbidade administrativa, do qual é acusado a desvio de “vultosos valores em moeda nacional e estrangeira.”

O procurador ainda relata que os delitos foram descobertos em 2016, quando Jedeão foi exonerado pelo juiz Odilon, e que o ex-servidor tem elevada possibilidade de ser condenado por todos os ilícitos do qual ele é acusado. “Essas acusações tem caráter vingativo e a intenção de tumultuar o processo eleitoral. Não passa de armação política e sei bem de quem é a cara de pau por trás desse cidadão. Toda a população tem visto essa cara em rede nacional nos últimos dias”,

Marcos Nassar descreve em seu pedido, que apesar dos fatos ocorridos em 2016, o ex-servidor só apresentou os relatos para possível delação premiada em julho de 2018, “época em que Odilon de Oliveira firmou-se como pré-candidato ao mandato de governador do Estado de Mato Grosso do Sul, remanescendo menos de três meses até a data da realização das eleições”, ou seja, nas vésperas das eleições deste ano.

Conforme o procurador da república, o esclarecimentos dos relatos de Jedeão é importante para “preservar o processo eleitoral” para o candidato Odilon não ser prejudicado perante ao eleitorado “em virtude de representações caluniosas ou falsas”, o que pode comprometer a “legitimidade das eleições.”

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